Revista Estudos Históricos
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<p><img class="img" style="width: 240px; height: 180px; float: left;" src="http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/public/journals/6/journalThumbnail_pt_BR.png" alt="" width="159" height="216" /></p> <p align="justify"><em><strong> </strong></em></p> <p align="justify"><em><strong>E</strong></em><em><strong>studos Históricos</strong></em> é uma revista quadrimestral que, a cada número, trata de uma temática específica e tem como objetivo a publicação de trabalhos inéditos, com perspectiva histórica e perfil interdisciplinar, de pesquisadores da comunidade acadêmica nacional e internacional das áreas de História, Ciências Sociais e outros campos afins. Vinculada ao Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais (PPHPBC) do CPDOC/FGV, a revista é classificada como A1 no Qualis Capes na área de história e interdisciplinar.</p> <p>Os próximos temas já estão programados: "História Oral" e "Eleições e competição política".</p> <p><a href="http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/about/submissions" target="_blank" rel="noopener">Como submeter?</a></p> <p>ISSN (versão online): 2178-1494</p>Editora FGVpt-BRRevista Estudos Históricos0103-2186Trajetória acadêmica, tempo presente e história oral
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<p>Colaboração Especial</p>Ismênia de Lima MartinsAna Maria MauadHebe MattosJuniele Rabêlo de Almeida
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2021-09-232021-09-233474595611Uma história oral em três tempos
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<p>Este artigo resulta de um projeto que coletou entrevistas de história oral, nos anos 2010, com mulheres que já haviam se narrado três décadas antes, em outro contexto de pesquisa. Os depoimentos de uma das narradoras do projeto, gravados em 1981, 1983 e 2015, são discutidos aqui, à luz de três eixos. O primeiro deles, metodológico, problematiza as relações intersubjetivas estabelecidas em uma pesquisa projetada no tempo. Os demais, interpretativos, avaliam os padrões narrativos mobilizados pela narradora na construção de si e os usos práticos de sua própria história pessoal.</p>Ricardo SanthiagoDaphne Patai
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2021-09-232021-09-233474450471Pode a história oral ajudar a adiar o fim do mundo?
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<p class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">O texto analisa dezoito entrevistas realizadas entre 2020 e 2021 em um projeto de história oral sobre o cotidiano da Covid 19, explorando como as noções de tempo, testemunho e história são acionadas no contexto pandêmico. Foi dada atenção às narrativas de gestores públicos estaduais e estudantes de graduação de baixa renda sobre duas questões:</span></span> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">“você </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">teria algo a acrescentar que não foi perguntado?</span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">”</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"> e </span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">“</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">por que você aceitou fazer parte da pesquisa?</span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">”. Esses questionamentos deram acesso a testemunhos sobre o ato de testemunhar, possibilitando reflexões sobre a história como vivência e como processo de construção do conhecimento.</span></span></p>Rodrigo de Azevedo WeimerCarla Simone Rodeghero
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2021-09-232021-09-233474472491Comblin
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<p>Este artigo tem como referência um texto divulgado na imprensa, com ampla repercussão no espaço público e duas entrevistas de história oral, que remetem à crise entre a Igreja Católica e o regime civil-militar. Escrito pelo Padre José Comblin para assessorar Dom Helder Camara na Conferência Episcopal em Medellín, 1968, o texto é divulgado por um vereador anticomunista. Já a expulsão de Comblin do Brasil, em 1972, é analisada a partir do seu testemunho oral. Os registros e vestígios documentais são estudados em múltiplas temporalidades. Nessa trilha, este artigo apresenta reflexões que confrontam relatos de história oral, historiografia e memória.</p> <p><strong> </strong></p>Antônio Montenegro
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2021-09-232021-09-233474492511Contam que houve uma porção de enforcados. E as caveiras espetadas nos postes
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<p>O objetivo deste artigo consiste em discutir a relação entre história, literatura e memória, procurando demonstrar a importância das duas fontes para a construção da representação historiográfica em relação à Revolta de Carrancas (1833). A partir da análise do poema “Levante”, de Oswald de Andrade, publicado em 1925 na obra Pau Brasil, procurar-se-á estabelecer um diálogo com os resultados da pesquisa sobre a memória oral da insurreição. Levanta-se a hipótese de que o referido poema está associado à memória senhorial e coletiva da revolta, tendo esta atravessado os séculos, chegando até os dias atuais.</p>Marcos Ferreira de Andrade
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2021-09-232021-09-233474512536As vozes da memória empresarial
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<p>O artigo propõe discutir a experiência de história oral realizada no âmbito das áreas de memória das empresas brasileiras, em especial no Grupo Globo. Nesse contexto, a história oral é um rico meio que permite, através dos elementos subjetivos da memória individual, produzir inteligibilidade sobre processos institucionais e sociais mais amplos. Destacamos três aspectos essenciais: a seletividade e o enquadramento da memória; a existência de unidades narrativas que sintetizam experiências e ajudam a compreender os acontecimentos; e a sinergia entre produções audiovisuais e narrativas de história oral.</p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p>Silvia FiuzaAna Paula Goulart Ribeiro
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2021-09-232021-09-233474537555Relações de gênero na guerrilha
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<p>O artigo busca pensar as relações de gênero no contexto ditatorial vivido por mulheres guerrilheiras de modo a construir um diálogo entre passado, presente e futuro para se interpretar as experiências vividas por elas a partir de um horizonte dialógico para se compreender as disputas e tensões as quais estavam submetidas. A intenção é percorrer, por intermédio da história oral, a diversidade de espaços e tempos em que as relações se inscrevem tanto no campo do gênero como no campo da luta política, pois que as experiências das mulheres guerrilheiras são experiências sociais, que estão situadas no tempo/espaço.</p>Eloísa Pereira Barroso
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2021-09-232021-09-233474556575História Oral e Patrimônio Cultural
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<p>O artigo aborda a trajetória do Projeto Memória Oral do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em três momentos diferentes: a fase preliminar das primeiras entrevistas realizadas na década de 1980; o segundo período, entre 2007 e 2020, quando houve a incorporação da metodologia de história oral no âmbito de um projeto de pesquisa formalmente estruturado; e o atual contexto, marcado substancialmente pela pandemia da Covid-19, trazendo novas questões teórico-metodológicas de como desenvolver o projeto de forma propositiva em um cenário de adversidades.</p>Flávia Klausing GervásioHilario Figueiredo Pereira FilhoJoseane Paiva Macedo Brandão
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2021-09-232021-09-233474576594Interview with Julie I. May
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<p>Interview granted on February 13, 2019, in Brooklyn in New York.</p>Valéria Barbosa de Magalhães
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2021-09-232021-09-233474612622Historian’s self writing
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<p>interview with C. Delacroix, F. Dosse and P. Garcia</p>Daiane MachadoRaphael Guilherme de Carvalho
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2021-10-012021-10-013474623641História oral
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<p>Editorial</p>Juniele Rabêlo de AlmeidaVivian Luiz Fonseca
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