As duas faces da mudança organizacional: planeada e emergente

Autores

  • Miguel Pina e Cunha
  • Arménio Rego

Palavras-chave:

Mudança, Planeamento, Emergência, Improvisação

Resumo

Este artigo argumenta que a análise da mudança organizacional não deve incidir apenas sobre a mudança planeada (isto é, conduzida segundo um processo preestabelecido) mas também sobre a mudança emergente (aquela que se desenha de forma não prevista, em resposta a problemas e especificidades locais). É a recorrente desatenção à segunda componente que explica, por exemplo, a resistência em reconhecer às mudanças improvisadas um papel central na renovação organizacional. Este trabalho contrasta as vantagens e limitações das duas formas de mudança e argumenta a necessidade de considerar o papel de ambas na gestão da mudança organizacional.

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Publicado

2002-07-01

Como Citar

CUNHA, M. P. e; REGO, A. As duas faces da mudança organizacional: planeada e emergente. Revista Portuguesa e Brasileira de Gestão, Rio de Janeiro, RJ, v. 1, n. 2, p. 22–30, 2002. Disponível em: https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rbpg/article/view/79391. Acesso em: 21 nov. 2021.

Edição

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