https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/issue/feedMosaico2021-07-18T00:00:00-03:00Revista Mosaicomosaico@fgv.edu.brOpen Journal Systems<table border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0"> <tbody> <tr> <td style="font-family: arial; font-size: 13px; color: #333333;"> <p align="justify"><strong>Mosaico</strong> é uma publicação científica semestral do corpo discente do Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais (PPHPBC) da Escola de Ciências Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV CPDOC), com sede na cidade do Rio de Janeiro.</p> <p align="justify">A revista tem como objetivo promover a divulgação de conhecimento científico e enriquecer o debate acadêmico por meio da publicação de artigos voltados para as áreas de Ciências Humanas e Sociais, elaborados sob as mais diversas perspectivas teórico-historiográficas, respeitando a interdisciplinaridade e valorizando o diálogo entre as áreas. Também poderão ser publicadas outras produções acadêmicas, como resenhas de livros, entrevistas e notas de pesquisas.</p> <p align="justify">ISSN (versão online): 2176-8943</p> <p align="justify"><a href="https://www.abecbrasil.org.br/arquivos/Qualis_2017_2018.pdf" target="_blank" rel="noopener">Qualis 2017-2018</a>: B1</p> <p align="justify"><a href="https://scholar.google.com.br/citations?user=gcpFvWsAAAAJ&hl=pt-BR" target="_blank" rel="noopener">Índice H (Google Scholar)</a> </p> </td> </tr> </tbody> </table>https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83534Os negociantes fluminenses e o comércio transatlântico: fronteiras do exclusivo colonial2021-05-22T15:34:31-03:00Wederson de Souza Gomeswedersong@live.com<p>O presente artigo busca analisar as transformações que aconteceram na praça<br />mercantil fluminense na transição entre os séculos XVIII e XIX. Observando algumas<br />trajetórias dos negociantes cariocas, percebe-se que a magnitude de seus negócios<br />destoava dos ditames impostos pelo exclusivo colonial metropolitano ainda em vigor<br />no século XVIII. Ainda que restrito, um grupo de negociantes grossistas com<br />grandes cabedais foi proeminente no comércio oceânico de escravizados, se<br />equiparando aos empresários portugueses da península como agentes na prática.<br />Explicitando suas trajetórias e demonstrando a visão que alguns agentes<br />metropolitanos tinham da questão, buscaremos desvelar a constituição de uma elite<br />mercantil colonial que ultrapassou os limites do exclusivo metropolitano e se tornou<br />importante alicerce do império português no século XIX.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Wederson de Souza Gomeshttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83316Gazeta Pelotense, imprensa e sociedade em transformação2021-04-15T23:56:10-03:00Amilcar Alexandre Oliveira da Rosaamilcarfloripa@gmail.com<p>A experiência do jornal Gazeta Pelotense, que circulou em Pelotas (RS) entre os anos<br />de 1976 e 1977, é rememorada por integrantes da antiga redação do jornal. Neste<br />artigo, o objetivo é analisar as possibilidades narrativas da imprensa a partir de<br />algumas metodologias que aproximam imprensa e história, particularmente a história<br />oral, considerando premissas do campo historiográfico e da teoria da comunicação.<br />Considera-se que o uso dos jornais como fonte para as pesquisas historiográficas será<br />tanto mais eficaz quanto mais se compreender que as práticas jornalísticas são<br />resultantes de um contexto – interno e externo ao jornalismo, influenciando e sendo<br />influenciado por ele –, que produz um sentido, principalmente em períodos de<br />transformação da sociedade e da imprensa.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Amilcar Alexandre Oliveira da Rosahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83022Uma memória e um espaço restaurado em dois tempos: o teatro municipal sanjoanense nos seus primeiros anos e nos usos atuais.2021-05-05T17:07:44-03:00Luis Pedro Dragão Jeronimoluispedrodj@hotmail.com<p>Neste artigo apresentamos os principais resultados de uma pesquisa que expôs as<br />características, usos e os valores atribuídos ao Theatro Municipal de São João da Boa<br />Vista – SP, no momento de sua construção e primeiros anos de funcionamento (1914-<br />1925) e no momento atual, a partir de seu restauro e atuais usos (entre os anos de<br />1980 e 2014). Apresentamos uma pesquisa que analisou aquele edifício em suas<br />dimensões sociocultural, identitária, material e utilitária na comunidade em que se<br />insere.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Luis Pedro Dragão Jeronimohttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83517Gilberto Velho em perspectiva: a atuação do antropólogo à luz do projeto "Memória das Ciências Sociais no Brasil"2021-05-05T19:43:30-03:00Anna Beatriz Oliveira Menezes Costaannaboliveira99@gmail.com<p>O presente trabalho tem como enfoque a trajetória e o impacto de Gilberto Velho nas<br />Ciências Sociais brasileiras, tendo como escopo as entrevistas do projeto “Memória<br />das Ciências Sociais no Brasil”. Utilizando a análise de dezesseis depoimentos dessa<br />iniciativa como metodologia, procuro demonstrar de que maneira a atuação de Velho<br />perpassa por diferentes percursos pessoais e acadêmicos e repercute na<br />consolidação das Ciências Sociais, sobretudo da Antropologia, como uma área de<br />destaque no Brasil. O pioneirismo da Antropologia Urbana, as relações de orientação,<br />os papéis institucionais e a influência na formação de gerações de pesquisadores são<br />os elementos principais da minha linha de argumentação.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Anna Beatriz Oliveira Menezes Costahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83507Do mobiliário à obra de arte: o cavalete de vidro do MASP à luz da Conservação e Restauração2021-06-07T18:14:54-03:00Luiza Batista Amarallubauff@gmail.com<p>O artigo tece uma leitura do cavalete de vidro no campo da Conservação e<br />Restauração de Bens Culturais. Projetado inicialmente pela arquiteta Lina Bo Bardi<br />com a função de mobiliário expositivo para a segunda sede do MASP, localizada na<br />Av. Paulista (1968), os suportes transparentes abrigam pinturas expondo-as em<br />suspensão na pinacoteca do museu. A museografia de vidro e concreto permaneceu<br />até 1996, desmontada pela gestão do arquiteto Júlio Neves, mas refeito em 2015 pela<br />atual gestão do MASP, mobilizando novas discussões em torno do objeto que passa<br />a ser apropriado por obras e instalações artísticas. Sobre a volta dos cavaletes de<br />vidro, o artigo articula debates da Conservação e Restauração a fim de refletir sobre<br />sua preservação enquanto bem cultural.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Luiza Batista Amaralhttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83497O Hip Hop em São Gonçalo (1998-2015): da ASAC à Batalha do Tanque2021-06-08T20:24:25-03:00Klauder Vicente Quevedo Gonzagaklaudergonzaga@gmail.com<p>O presente artigo e pesquisa buscam identificar alguns aspectos sobre a prática do fenômeno do Hip Hop na cidade de São Gonçalo, segunda cidade mais populosa do Rio de Janeiro, seus principais articuladores, sua relação com o poder público e com o mercado, em<br />perspectiva local, nacional e transnacional, além de pensar as transformações do movimento<br />neste território entre os anos 1998 e 2015.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Klauder Vicente Quevedo Gonzagahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83395A dimensão política das identidades: modernidade e a população negra no Rio de Janeiro do século XIX2021-05-24T11:43:26-03:00Thiago Campos da Silvatg.campos@hotmail.com<p>A questão geradora deste artigo é a reflexão sobre a dimensão política das<br />identidades. Nesse sentido, o objetivo do trabalho é identificar se as práticas culturais<br />da população negra na cidade do Rio de Janeiro durante o século XIX se configuravam<br />como formas de ação política. Como recurso metodológico, combino debates sobre o<br />tema das identidades afro-diaspóricas com o estudo de um contexto particular, a<br />saber: as experiências e práticas organizativas de escravizados, libertos e livres na<br />cidade carioca no período anterior à Abolição. Dentro desse recorte cronológico e<br />espacial, indago se as práticas culturais e as redes de sociabilidade são formas de<br />ação política.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Thiago Campos da Silvahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83514Race and work in the 20th century: the origin of racial inequalities in the Brazilian labor market (1920-1960)2021-05-09T16:00:34-03:00Anna Cristina de Almeida Jesusannacristinaalmeida2@gmail.com<p>This article aims to analyze the racial inequalities presented in the formation of the Brazilian labor market, during the country's industrialization process in the 20th century. For that, we will look at two publications: “O negro no Rio de Janeiro: Relações de raça numa sociedade em mudança”, by Luiz de Aguiar Costa Pinto and “Blacks and whites in São Paulo” by George Reid Andrews. Both studies will demonstrate that, reproducing the hierarchies left by slavery, the construction of the free labor market in Brazil was built on systemic racism.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Anna Cristina de Almeida Jesushttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83528A construção de um exilado político: autobiografia e biografia do ex-presidente João Café Filho2021-05-11T14:47:44-03:00Paulo Rikardo Pereira Fonseca da Cunhaprpfc1@yahoo.com.br<p>Este artigo pretende fazer uma reflexão sobre as tensões teórico metodológicas existentes entre os conceitos de biografia e autobiografia por meio da análise do livro de memórias do ex-presidente Café Filho, procurando entender que tipo de personagem construiu em seus escritos. Pretendemos compreender como uma vida pode se transformar numa autobiografia e quais foram os motivos que levaram esse indivíduo a escrevê-la. Ele descreveu sua trajetória agenciando lembranças e esquecimentos para monumentalizar uma memória de si como político perseguido e exilado. Narrou sua vida de um momento privilegiado, o fim de sua carreira, criando uma história coerente com começo, meio e fim, dando uma linearidade que não existe na trajetória das pessoas.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Paulo Rikardo Pereira Fonseca da Cunhahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83542A formação da rede agroecológica latinoamericana em resistência às políticas públicas da revolução verde e a experiência local no Rio de Janeiro2021-04-22T18:56:40-03:00Paula Fortini Moreirapaulafortini@yahoo.com.br<p>Neste trabalho, inserido no campo da História Ambiental, pretendemos abordar a<br />formação da rede agroecológica na América Latina, de forma geral, e afunilarmos<br />essa trajetória, especificamente, para a nascimento da agroecologia na cidade do Rio<br />de Janeiro na década de 1980. É preciso saber que o movimento agroecológico se<br />estabeleceu em contraposição às políticas agrícolas na qual, hoje, desencadeou no<br />que conhecemos como agronegócio. Para isso, é necessário compreendermos a<br />dimensão das políticas públicas de expansão da agricultura industrial pela América<br />Latina e suas consequências socioambientais.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Paula Fortini Moreirahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83332Raul Pilla e o referendo de 19632021-04-16T01:52:58-03:00Paulo Eduardo Fasolo Kleinpauloefklein@yahoo.com.br<p>Em janeiro de 1963, um referendo seria realizado no Brasil para que a população<br />decidisse pela continuidade ou não do parlamentarismo adotado no país desde<br />1961. Este trabalho abordará o posicionamento do autor da emenda constitucional<br />que implantou o regime de gabinete no país, o deputado federal gaúcho Raul Pilla<br />do Partido Libertador (PL). Histórico defensor do sistema de governo, Pilla optaria<br />por não defender a manutenção do parlamentarismo nas condições em que vinha<br />sendo regido naquele pouco mais de um ano em que vigorou.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Paulo Eduardo Fasolo Kleinhttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83536A perseguição políticoideológica ao Serviço de Ensino Vocacional do Estado de São Paulo (1964-1970)2021-06-04T12:28:19-03:00Pedro Luiz Stevolopedro.stevolo@gmail.com<p>Este trabalho tem como finalidade apresentar alguns tópicos da pesquisa em<br />andamento cujo objetivo está situado na análise documental produzida pelos órgãos<br />de controle, informação e repressão durante o período da ditadura empresarial-militar<br />brasileira (1964-1985) sobre o Serviço de Ensino Vocacional, a partir das informações<br />contidas no Relatório do Inquérito Policial Militar da Secretaria de Educação do Estado<br />de São Paulo, nosso objeto inicial de pesquisa, e de outros documentos produzidos<br />pelo aparato repressivo brasileiro. A ideia geral é a de que foram mobilizados diversos<br />mecanismos repressivos para viabilizar a perseguição, punição e o impedimento da<br />continuidade deste projeto experimental de renovação do ensino público paulista.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Pedro Luiz Stevolohttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83044Forte São Mateus e o Convento Nossa Senhora dos Anjos: da degradação à monumentalização nos processos de patrimonialização efetuados pelo IPHAN em Cabo Frio2021-05-10T19:48:25-03:00André Luiz Garrido Barbosagarrido-andre@hotmail.com<p>A presente reflexão tem por base o estudo de bens tombados pelo Instituto do<br />Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na cidade de Cabo Frio no estado do Rio de<br />Janeiro. No presente estudo teremos como eixo referencial a defesa e a religião no<br />período colonial. Desta forma, foram escolhidos como bens patrimoniais mais<br />representativos para análise do processo de patrimonialização efetuado pelo IPHAN<br />na cidade, o forte São Mateus e o Convento Nossa Senhora dos Anjos. Ao longo do<br />texto iremos procurar abordar aspectos relacionados a diferentes atribuições de<br />valores e de sentidos aos monumentos analisados e elementos de sua historicidade<br />por meio dos processos de tombamentos: 0447-T-51 de 1951 e o 0757-T-65 de 1965.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 André Luiz Garrido Barbosahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83342Algumas ideias sobre socialismo e democracia no pensamento de João Mangabeira (1944-1946)2021-06-01T04:48:05-03:00Herbert Gler Mendes Anjosherbertglermendes@gmail.com<p>Esse artigo tem como objetivo evidenciar e analisar algumas ideias e proposições<br />políticas defendidas por João Mangabeira (1880-1964) durante o período da<br />redemocratização de 1945 e o início da República Liberal Democrática (1945-1964).<br />Analisaremos algumas formulações de Mangabeira relativas às suas ideias de<br />“liberdade”, de “socialismo” e de “democracia”. Nosso objetivo é compreender as<br />ideias de Mangabeira em seu contexto histórico-político e tentar entender a influências<br />e as combinações entre certas ideias no liberalismo clássico e do socialismo em seu<br />pensamento.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Herbert Gler Mendes Anjoshttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83546Memórias de trabalhadores: uma reflexão sobre lugares de memória2021-06-05T12:17:29-03:00Vanessa Silveira de Britovanessabrito482@gmail.com<p>O estudo teve como objetivo refletir sobre as memórias de trabalhadores e os<br />lugares de memória, considerando o mundo do trabalho no âmbito da sociedade<br />capitalista e a heterogeneidade da classe trabalhadora no cenário brasileiro. A partir<br />de revisão de literatura, destacamos o estudo acerca das relações de poder e as<br />possibilidades de rebeldia social diante do cenário de crise do trabalho.<br />Argumentamos que tanto museus arquivos e memoriais quanto os espaços coletivos<br />de organização de trabalhadores se constituem como lugares de memória que se<br />configuram como as resistências possíveis. Ademais, possibilitam novos<br />enquadramentos de memória e a transformação do presente através da<br />ressignificação do passado, se constituindo como uma ferramenta importante de<br />transformação social.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Vanessa Silveira de Britohttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/82782Releitura da Política Externa do governo Geisel: o anticomunismo como variável em 19742021-05-29T13:39:41-03:00Danilo Sorato Oliveira Moreiradanilosorato@hotmail.com<p>O artigo visa apresentar uma releitura sobre a Política Externa do governo Geisel pela<br />variável do Anticomunismo em 1974. A metodologia utilizará análise qualitativa<br />histórica através de bibliografia especializada e de fontes diplomáticas, dentre elas; o<br />discurso do presidente da república e a fonte diplomática do “Foreign Office”<br />americano dos anos de 1974. A hipótese argumenta que, embora exista a leitura<br />realista do ambiente externo pelo “Pragmatismo Ecumênico Responsável”, em âmbito<br />interno essa leitura foi restringida pela política anticomunista de perseguição aos<br />opositores políticos em 1974. Considera-se que essas escolhas controversas foram<br />consequências dos limites, que a PEB esteve submetida pelas condicionantes<br />externas, internas, ideológicas e históricas.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Danilo Sorato Oliveira Moreirahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83475Memórias em disputa: o golpe de 1964 no Piauí2021-06-02T18:39:26-03:00Francisco José Leandro Araújo de Castroleandrocastrophb@hotmail.com<p>O artigo analisa os desdobramentos do golpe civil-militar de 1964 no estado do<br />Piauí, bem como a formação das memórias locais sobre tal evento. Analiso, por<br />meio do material empírico, como parcela das elites piauienses reproduziu aquilo que<br />denomino de práticas de adesão e acomodação ao golpe. As narrativas<br />anticomunistas foram o argumento central utilizado, como forma de perseguição aos<br />líderes sindicais, pecebistas e trabalhistas no norte piauiense. No entanto, ao longo<br />do tempo, construiu-se, por parte dessas elites, uma memória marcada por visões<br />apaziguadoras, quando não de celebração à ditadura, como forma de apagamento<br />histórico da organização dos trabalhadores e trabalhistas nos anos 1950/1960, bem<br />como para o silenciamento a respeito das medidas repressivas adotadas.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Francisco José Leandro Araújo de Castrohttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83402Os ex-votos de Catarina Paraguaçu: a mulher tupinambá através da arte, do museu e do catolicismo2021-06-17T10:27:37-03:00Pedro Henrique Brasilpedrobrasil@id.uff.br<p>O presente artigo aborda a pintura “Visão de Paraguaçu” produzida em meados do<br />século XIX pelo pintor Ângelo da Silva Romão, que traz a figura da indígena<br />tupinambá, Catarina Paraguaçu, na Bahia do século XVI. Atualmente é exposta no<br />Museu Histórico Nacional na cidade do Rio de Janeiro. Duas hipóteses principais<br />configuram a pesquisa: a primeira é sobre a noção de longa duração utilizada para se<br />entender as práticas de produção e circulação de pinturas votivas, os ex-votos, em<br />torno da representação de Catarina; a segunda se refere ao potencial da peça para<br />constituir o acervo, entendendo o Museu como um espaço de memória voltado para<br />a pluralidade cultural, propondo-se o reconhecimento da importância da personagem<br />para a arte e a história do catolicismo no Brasil.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Pedro Henrique Brasilhttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83326Colonialidade da linguagem, pedagogia da crueldade e referente ausente2021-05-19T08:59:44-03:00Natalia Ferreiranferreira1@ucs.br<p class="western" align="justify">Neste artigo, analiso a linguagem empregada em um breve recorte de fontes<br />selecionadas para minha pesquisa de mestrado acerca das intersecções entre<br />racismo, sexismo e especismo, entretecidas pela colonialidade, que verificam-se<br />igualmente estruturais dentro da Matriz Colonial do Poder. O debate teórico<br />fundamenta-se nas perspectivas decoloniais e ecofeministas, pensando não somente<br />expor os problemas sociais, mas também destacar as resistências e fornecer<br />propostas, pensar utopias e futuros outros. Para tal, é preciso construir novas teorias,<br />categorias e metodologias de análise, valorizando os saberes ancestrais e originários<br />dos povos historicamente racializados, que desde o colonialismo permanecem sendo<br />frentes de resistência e sofrendo o epistemicídio da colonialidade.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Natalia Ferreirahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83540Reescrita do passado e conhecimento histórico na ficção contemporânea 'A historiadora obstinada', de Chimamanda Ngozi Adichie2021-05-28T00:30:20-03:00Lucas Sampaio Costa Souzalucas.sampaio@aluno.ufop.edu.br<p>Neste artigo, visamos, primeiro, apresentar uma perspectiva teórico-metodológica de<br />diálogo entre Teoria da História, Literatura e Teoria Pós-colonial. Em seguida,<br />analisamos como a ficção “A historiadora obstinada”, de autoria de Chimamanda<br />Ngozi Adichie, se apropria do passado e produz um conhecimento histórico.<br />Considerando a mútua interrogação entre ficção e história, procuramos investigar<br />tanto os desafios quanto os empréstimos que existem entre a ficção histórica de<br />Adichie e a historiografia. Neste sentido, sugerimos que o conto “A historiadora<br />obstinada” (2017) nos coloca em contato com o aspecto imprevisível da História e<br />desafia a narrativa cristalizada pelo colonialismo ao reescrever o encontro colonial.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Lucas Sampaio Costa Souzahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83468O fotógrafo etnógrafo: uma análise sobre o Brasil multicultural de Marcel Gautherot2021-06-22T14:31:56-03:00Alexandre Pinto de Souza e Silvaalexandrepisosi@gmail.com<p>O presente trabalho busca analisar as performances presentes nas fotografias de<br />Marcel Gautherot, que realizou diversos registros ao longo de suas viagens pelo<br />Brasil. Seguindo as predileções do recém-criado SPHAN, as imagens desse fotógrafo<br />atendem a uma leitura etnográfica, a fim de reconhecer e mapear diferentes costumes<br />e tradições do povo brasileiro, bem como mostrar a sua realidade.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Alexandre Pinto de Souza e Silvahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83084Entrevista de Marieta de Moraes2021-01-18T23:58:36-03:00Felipe Reis Pompeu de Moraesfelipeoraes@hotmail.com<p>Marieta de Moraes possui doutorado em História pela UFF (1991), pós-doutorado pela École des Hautes en Sciences Sociales (1997) e pós-doutorado pela USP (2011). Coordenadora Nacional do Mestrado Profissional em Ensino de História (2013-2017); Professora Emérita do Instituto de História da UFRJ; Coordenadora do Programa de História Oral do CPDOC (1992-1995); Editora da Revista Brasileira de História (2009-2013); Presidente da Associação brasileira de História Oral (1992-1994); Presidente da International Oral History Association<br />(IOHA) e diretora do CPDOC (1999-2005); Pesquisadora e professora titular do CPDOC/FGV (1978/2012) e editora da Revista Estudos Históricos (1992/1998). Atualmente é coordenadora do programa FGV Ensino Médio; Diretora executiva da Editora FGV; Coordenadora do Projeto binacional e interdisciplinar "Capital cities: from nation to globalization" (2015/2016”) que contou com a participação de pesquisadores brasileiros e franceses (operação bilateral FAPERJ/Sorbonne). Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil República, atuando principalmente nas seguintes áreas: historiografia, história oral, história<br />política, história do Rio de Janeiro.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Felipe Reis Pompeu de Moraeshttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83541Considerações sobre o processo de transferência e abertura dos arquivos do Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (1991- 1994)2021-05-06T00:11:04-03:00Rodrigo Gomes de Souza dos Santosrodrigossantos@usp.br<p><span class="TextRun SCXW43755594 BCX8" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW43755594 BCX8">O presente trabalho tem como objetivo analisar o processo de transferência e abertura dos arquivos do Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (DEOPS/SP), entre os anos 1991 e 1994. Com a extinção do referido órgão, em 1983, seus documentos passaram para as mãos da Polícia Federal, que manteve a sua guarda até 1991. Devido a um complexo debate, foi criada uma Comissão para receber a documentação do DEOPS em posse da Polícia Federal. Buscaremos refletir sobre como os diferentes interesses envolvidos nesse processo interferiram nos trabalhos para a transferência e abertura de acesso do fundo DEOPS/SP.</span></span><span class="EOP SCXW43755594 BCX8" data-ccp-props="{"201341983":0,"335551550":6,"335551620":6,"335559739":160,"335559740":360}"> </span></p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Rodrigo Gomes de Souza dos Santoshttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/82337Interações socioestatais no caso da política de valorização do salário mínimo (2003-2011): a crise do mensalão como oportunidade política2021-04-01T06:01:15-03:00Mahatma Ramos Dos Santosmahatmaramoss@gmail.com<p>Este artigo investigará como a categoria crise operou - seu status e qualificação -<br />na interação socioestatal entre centrais sindicais e Estado ao longo da negociação<br />da Política de Valorização do Salário Mínimo no Brasil (2003-2011). O estudo<br />baseou-se na articulação das categorias analíticas de interação socioestatal de<br />Abers et al (2014) e de crise de Roitman (2016), assim como na análise documental<br />e realização de dez entrevistas. O artigo conclui que dois eventos - o “mensalão” e<br />o antagonismo no interior do poder executivo federal - operaram, simultaneamente,<br />como crises políticas e espaço para crítica e transformação dos repertórios de<br />interação socioestatal em si e do repertório de ação política das centrais sindicais<br />quanto ao salário mínimo nos anos 2000.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Mahatma Ramos Dos Santoshttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/82392O busto de bronze de Getúlio Vargas: memória e política em praça pública2021-05-01T16:26:13-03:00Paulo Celso Liberato Correapc.lhcb@gmail.com<p style="margin-bottom: 0.28cm; line-height: 100%;" align="justify"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;">No dia 24 de agosto de 1954, um busto de bronze retratando o </span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;"> ex-presidente Getúlio Vargas foi anonimamente colocado na </span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;">Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro. A partir deste </span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;">acontecimento, o artigo apresenta as ressignificações da</span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;"> memória de Vargas e de seu legado político, elaboradas a</span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;"> partir desse monumento, especialmente em datas associadas</span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;"> ao ex-presidente como seus aniversários de nascimento e </span></span><span style="font-size: medium; font-family: Arial, serif;">morte, </span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;">Finados, 1</span></span><sup><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;">º </span></span></sup><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;">de maio, dentre outras. Considerando-se os </span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;"> discursos elaborados sobre o patrimônio como construções</span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;"> sociais que legitimam identidades e relações de poder, será</span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;"> mostrado como o busto de Getúlio Vargas na Cinelândia se</span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;"> tornou um lugar de memória para a encenação simbólica das </span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;">disputas políticas que marcaram a sociedade brasileira a partir</span></span><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;"> dos anos 1950.</span></span></p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Paulo Celso Liberato Correahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83518(Necro)política de drogas: uma guerra abjeta contra pobres e negros no Brasil2021-05-26T18:43:39-03:00Matheus Guimarães de Barrosmatheusgbarros@hotmail.com<p>O presente artigo discute o alinhamento do Estado brasileiro com a política de<br />combate às drogas norte-americana, cujo início remonta especialmente a década de<br />70. A partir do manejo do arsenal teórico do filósofo camaronês Achille Mbembe,<br />sobretudo dos seus conceitos de necropolítica e sociedade de inimizade, busca-se<br />demonstrar que a incorporação da guerra às drogas pelo Brasil aprofundou as práticas<br />de extermínio da população pobre e negra em curso no país desde o período colonialescravista. Nesse sentido, conclui-se pela equiparação da guerra às drogas a uma<br />política de morte que fornece aos seus alvos preferenciais apenas duas alternativas:<br />prisão ou vala.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Matheus Guimarães de Barroshttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/82665As relações Executivo- Legislativo na Primeira República: uma análise das mensagens presidenciais ao Congresso (1910-1920)2020-11-11T21:48:19-03:00Felipe Marques Esteves Lamarcafelipe.lamarca@hotmail.com<p class="CorpoA">A literatura clássica sobre a Primeira República assume que, a partir da instituição da<br />política dos governadores, o Legislativo se tornou mera instituição figurativa. O<br />presidente da República, em tese, negociava diretamente com os governadores dos<br />estados para que estes evitassem que as oposições se elegessem ao Congresso<br />Nacional, tornando raros os conflitos entre os poderes. Literatura mais recente, porém,<br />relativizou o alcance dos acordos oligárquicos. No objetivo de resgatar a<br />complexidade das relações entre os poderes na época, este artigo apresenta os<br />resultados da análise das mensagens presidenciais encaminhadas pelos presidentes<br />da República ao Congresso entre 1910 e 1920. Os dados levantados sinalizam para<br />conflitos entre os dois poderes, algo impensável à abordagem clássica.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Felipe Marques Esteves Lamarcahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/82953O que o rap tem a dizer sobre o extermínio da juventude negra, pobre e periférica?2021-06-02T00:30:17-03:00Daniel Péricles Arrudapericlesdaniel@yahoo.com.br<p>O objetivo é identificar e refletir sobre o que a música <em>rap</em> tem a dizer a respeito do extermínio da juventude negra, pobre e periférica no Brasil, a partir da análise das canções do grupo Racionais MC’s. Essas músicas apresentam elementos afetivos, reflexivos e políticos sobre o tema. Anualmente, os homicídios de jovens, no país, conforme dados estatísticos, apresentam índices superiores aos de países em condição de “guerra declarada”. No caso brasileiro, essa situação pode ser mais complexa, pois o extermínio – em suas várias formas e seus diversos motivos – expressa-se na vida cotidiana como prática cultural, por isso é naturalizado, consentido e desejado por parte significativa da sociedade.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Daniel Péricles Arrudahttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83495Imagem e memória em um olhar estratégico sobre o legado de Jean-Michel Basquiat 2021-06-17T08:31:52-03:00Hélio Ricardo Rainhohrainho@globo.com<p>O artigo propõe uma reflexão sobre alguns aspectos possíveis do agenciamento do pintor Jean-Michel Basquiat sobre sua própria imagem em consonância com a narrativa de suas obras, dialogando com os escritos de Georges Didi-Huberman sobre a sobrevivência da imagem no tempo e de Michael Pollak sobre a questão da memória como uma forma de narrativa estabelecida a partir de um campo de disputa, construção e poder.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Hélio Ricardo Rainhohttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/83512“Eu mesma. Ainda posso falar”: Vozes femininas e cultura política na literatura de Maria Firmina dos Reis2021-06-07T01:12:31-03:00Benigna Ingred Aurelia Bezerrilingred.bezerril@outlook.com<p>O presente artigo propõe discutir a produção literária de Maria Firmina dos Reis enquanto espaço de cultura política feminina. Para isso, serão analisados o romance <em>Úrsula</em> (1859) e o conto <em>A Escrava</em> (1887), especificamente os discursos de três personagens femininas: a senhora abolicionista e a escravizada Joana de <em>A Escrava</em>; e a preta Susana, personagem de <em>Úrsula</em>. A partir da análise de tais personagens e de suas narrativas, é possível perceber um protagonismo de vozes subalternas nas obras de Firmina dos Reis, considerando o contexto no qual ela escreveu: o século XIX. Abolicionismo, denúncias ao sistema escravista e o lugar da mulher são temas que entram em pauta no discurso das personagens femininas da escritora.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Benigna Ingred Aurelia Bezerrilhttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/82328Discriminação racial: um legado da escravidão?2021-05-01T16:47:37-03:00Felizardo Gabriel Massekofelizardomasseko@gmail.com<p>A escravidão é um dos fenómenos que induziu a discriminação racial aos negros. Durante a escravidão o negro era propriedade de outra pessoa e ocupava a mais baixa posição social. Aliás, mesmo com o fim da escravidão, a discriminação racial aos negros não desapareceu. Através da pesquisa bibliográfica e pela observação dos fatos no dia-a-dia foi possível constatar esta tendência. Assim, o artigo tem como objetivo, analisar em que medida a escravidão influenciou a discriminação racial. Com vista a combater a discriminação racial, vários ativistas e organizações internacionais têm empreendido esforços no sentido de inverter o panorama, porém os desafios são maiores.</p>2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Felizardo Gabriel Massekohttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/84397Expediente2021-07-17T18:00:40-03:00Andrea Gonçalvesaandreafg@gmail.com2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Andrea Gonçalveshttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/84395Editorial2021-07-17T17:52:33-03:00Revista Mosaico FGV/CPDOCmosaico@fgv.edu.br2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Revista Mosaico FGV/CPDOChttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/mosaico/article/view/84396Apresentação do Dossiê2021-07-17T17:56:40-03:00Comissão Organizadora da IX Jornada Discente do PPHPBC (CPDOC/FGV)jornada.cpdoc.fgv@gmail.com2021-07-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2021 Revista Mosaico FGV/CPDOC