Do mobiliário à obra de arte: o cavalete de vidro do MASP à luz da Conservação e Restauração

Auteurs

  • Luiza Batista Amaral Doutoranda/ PUC-Rio

DOI :

https://doi.org/10.12660/rm.v13n20.2021.83507

Mots-clés :

Cavalete de Vidro, Museografia, MASP, Conservação e Restauração

Résumé

O artigo tece uma leitura do cavalete de vidro no campo da Conservação e
Restauração de Bens Culturais. Projetado inicialmente pela arquiteta Lina Bo Bardi
com a função de mobiliário expositivo para a segunda sede do MASP, localizada na
Av. Paulista (1968), os suportes transparentes abrigam pinturas expondo-as em
suspensão na pinacoteca do museu. A museografia de vidro e concreto permaneceu
até 1996, desmontada pela gestão do arquiteto Júlio Neves, mas refeito em 2015 pela
atual gestão do MASP, mobilizando novas discussões em torno do objeto que passa
a ser apropriado por obras e instalações artísticas. Sobre a volta dos cavaletes de
vidro, o artigo articula debates da Conservação e Restauração a fim de refletir sobre
sua preservação enquanto bem cultural.

Biographie de l'auteur

Luiza Batista Amaral, Doutoranda/ PUC-Rio

Bacharel e Licenciada em História pela Universidade Federal Fluminense, Bacharel em Conservação e Restauração de Bens Culturais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mestre e Doutoranda em História Social da Cultura na linha de Teoria e História da Arte pela PUC-Rio. 

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Publiée

2021-07-18