Comida, consumo e identidade: notas etnográficas por entre os processos migratórios da mandioca; do contexto brasileiro e paraense ao contexto europeu

Autores

  • Miguel de Nazaré Brito Picanço UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS/UNISINOS OBSEVATORIO DE LA ALIMENTACIÓN/ODELA/UIVERSIDADA DE BARCELONA/UB

DOI:

https://doi.org/10.12660/rm.v8n13.2017.70658

Palavras-chave:

Mandioca, transnacionalização, migração, identidade

Resumo

Este artigo descreve os ciclos da mandioca no Brasil, com centralidade no Estado do Pará, onde ela se estabelece como alimento primordial não apenas para a dieta local, mas como objeto na constituição de redes de interações entre os sujeitos, transformando-se em bem material e simbólico. Foi desenvolvido trabalho empírico a respeito dos fluxos migratórios de brasileiros para territórios catalão e francês, situando as implicações do consumo da mandioca e seus derivados nesse processo. A partir da observação de campo, e da análise de dados secundários foi possível construir uma narrativa evidenciando-se o papel da mandioca tanto para a preservação de costumes alimentares nativos como para a manutenção da identidade cultural num contexto de globalização e padronização do consumo.

Biografia do Autor

Miguel de Nazaré Brito Picanço, UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS/UNISINOS OBSEVATORIO DE LA ALIMENTACIÓN/ODELA/UIVERSIDADA DE BARCELONA/UB

Doutorando  em Ciências Sociais do PPGCS/UNISINOS em Estágio Doutoral no Observatório de la alimentación/ ODEla, na Universidad de Barcelona

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Publicado

2017-11-29