Microcrédito produtivo no Brasil: histórico recente e condicionantes de desenvolvimento

Autores

  • Lauro Gonzalez Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP)
  • Lya Porto Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP)
  • Eduardo Henrique Diniz Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP)

DOI:

https://doi.org/10.12660/cgpc.v22n72.62637

Palavras-chave:

Microfinanças, microcrédito produtivo, modelos de atuação, processos de negociação, condicionantes de desenvolvimento.

Resumo

O artigo tem o objetivo de analisar os direcionadores para a atuação dos diferentes modelos institucionais do microcrédito produtivo no Brasil. Utiliza-se o modelo “multinível” a fim de investigar a relação entre os interesses e processos de negociação entre os grupos envolvidos no microcrédito. O estudo empírico inclui um banco público, uma Sociedade de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte (Scmepp), e uma Oscip de microcrédito. Os resultados mostram que o foco na gestão da implementação da metodologia do microcrédito produtivo orientado é condicionante para atingir bons resultados. Parcerias com órgãos governamentais, bem como a participação das instituições de microcrédito nos processos de políticas públicas, são um grande desafio e potencial para o aprimoramento do setor de microcrédito.

Biografia do Autor

Lauro Gonzalez, Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP)

Professor do Departamento de Finanças da EAESP-FGV e coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV

Lya Porto, Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP)

Doutoranda em Administração Pública e Governo pela FGV-EAESP

Eduardo Henrique Diniz, Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP)

Professor da FGV-EAESP

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Publicado

2017-08-15

Edição

Seção

Artigos