Organizações pós-burocráticas e resiliência organizacional: a institucionalização de formas de comunicação mais substantivas nas relações de trabalho

Conteúdo do artigo principal

Isabella Francisca Freitas Gouveia de Vasconcelos
Alvaro Bruno Cyrino
Leonardo Araújo de Carvalho
Lucas Martins d´Oliveira

Resumo

Este artigo apresenta um debate sobre o tema resiliência organizacional, ao qual se dedica um número especial do periódico Cadernos EBAPE.BR. Se a organização consegue enfrentar situações de ruptura com êxito, inovando e aprendendo com tal dinâmica e atingindo níveis de complexidade superiores em equilíbrio, a resultante é que, mesmo enfrentando muitas rupturas, trata-se de uma organização resiliente por aprender com elas, evoluir e mostrar-se estável em processos de mudança. Observa-se a capacidade de estabelecer patamares cada vez mais complexos de estabilidade, atingindo novamente o equilíbrio em um movimento dinâmico e contínuo de evolução e aprendizado. Quanto mais resiliente for uma organização, mais inovadora será sua atividade, baseada em substantivo trabalho de comunicação, de inspiração habermasiana, que visa ao real entendimento das questões e à produção de conhecimento factual. O modelo das organizações pós-burocráticas debate essas e outras questões que apresentamos neste artigo.

 

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Como Citar
Vasconcelos, I. F. F. G. de, Cyrino, A. B., Carvalho, L. A. de, & d´Oliveira, L. M. (2017). Organizações pós-burocráticas e resiliência organizacional: a institucionalização de formas de comunicação mais substantivas nas relações de trabalho. Cadernos EBAPE.BR, 15(Especial), 377–389. Recuperado de https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/cadernosebape/article/view/70346
Seção
Apresentação
Biografia do Autor

Leonardo Araújo de Carvalho

Este artículo presenta un debate sobre el tema resiliencia organizacional, al cual se le dedica un número especial del periódico Cadernos EBAPE.BR. Si la organización logra enfrentar situaciones de ruptura con éxito, innovando y aprendiendo con dicha dinámica y alcanzando niveles de complejidad superiores en equilibrio, la resultante es que, aun enfrentando muchas rupturas, se trata de una organización resiliente por aprender con estas, evolucionar y demostrar ser estable en procesos de cambio. Se observa la capacidad de establecer niveles cada vez más complejos de estabilidad, logrando nuevamente el equilibrio en un movimiento dinámico y continuo de evolución y aprendizaje. Cuanto más resiliente sea una organización, más innovadora será su actividad, basada en un sustantivo trabajo de comunicación, de inspiración habermasiana, con vistas al real entendimiento de las cuestiones y a la producción de conocimiento factual. El modelo de las organizaciones postburocráticas debate esas y otras cuestiones que presentamos en este artículo.

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