Estresse, retaliação e percepção de injustiça nas organizações: proposição de modelo teórico integrativo

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Jesuína Maria Pereira Ferreira
Kely César Martins Paiva
Jair Nascimento Santos
Michelle Regina Santana Dutra

Resumo

Este artigo tem por finalidade avançar nas reflexões sobre os fenômenos denominados estresse, retaliação e percepção de injustiça e, por meio da análise de suas inter-relações, propor um modelo teórico que os integre. Para tanto, a literatura especializada demonstrou que a percepção de injustiça pode ser considerada variável antecedente para que o estresse ocupacional se desenvolva e, por sua vez, a retaliação se efetive. Assim, a percepção de injustiça é considerada a conexão para o entrelaçamento entre estresse ocupacional e retaliação. Essa relação parece oportuna porque tanto as pesquisas referentes ao estresse ocupacional como as pesquisas sobre a retaliação colocam a percepção de injustiça como fator relevante para ambos os temas, mas nenhuma das pesquisas disponíveis vislumbrou a articulação teórica desses fenômenos. Após a demonstração do modelo que integra os fenômenos supracitados, apresenta-se uma agenda de pesquisa que inclui perspectivas metodológicas e temáticas.

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Como Citar
Ferreira, J. M. P., Paiva, K. C. M., Santos, J. N., & Dutra, M. R. S. (2018). Estresse, retaliação e percepção de injustiça nas organizações: proposição de modelo teórico integrativo. Cadernos EBAPE.BR, 16(4), 774–787. Recuperado de https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/cadernosebape/article/view/67310
Seção
Artigos
Biografia do Autor

Jesuína Maria Pereira Ferreira, Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

Graduada em Psicologia (UNIFOR), Pós-graduada em Administração de Recursos Humanos (UFC), Mestra em Administração e Controladoria (UFC), e está cursando Doutorado em Administração na UFMG. Desde 2011, atua como professora-convidada em Instituições de Ensino Superior nas disciplinas relacionadas às ciências humanas e sociais, em cursos de graduação e pós-graduação, além de orientação de alunos nos seus trabalhos de término de curso e monografias. É membro-pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Comportamento, Pessoas e Organizações – NECOP/CEPEAD/UFMG, área temática: Comportamento Organizacional e Gestão de Pessoas. 

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