Arquivos brasileiros de psicologia aplicada
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<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"><tbody><tr><td style="font-family: arial; font-size: 13px; color: #333333;"><p>Desde seu aparecimento, há vinte anos, tem este periódico mantido o título de Arquivos Brasileiros de Psicotécnica. A partir do presente número [volume 21/1969], no entanto, recebe esse nome uma pequena modificação, mais de forma que de substância. Torna-se agora <strong>Arquivos Brasileiros de Psicologia Aplicada</strong>, sem que isso de qualquer forma lhe altere o programa, a periodicidade da publicação e a função de órgão oficial do Instituto de Seleção e Orientação Profissional, unidade da Fundação Getulio Vargas.</p><p>Criada em 1969, a revista Arquivos Brasileiros de Psicologia Aplicada teve seu último número em 1978.</p><p><strong>Títuto Anterior:</strong> <a href="/ojs/index.php/abpt/index">Arquivos Brasileiros de Psicotécnica</a></p><p><strong>Título Posterior:</strong> <a href="/ojs/index.php/abp/index">Arquivos Brasileiros de Psicologia</a></p></td></tr></tbody></table>pt-BRArquivos brasileiros de psicologia aplicada0004-2757A crise de identidade da Psicologia Social
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<div>O presente artigo focaliza a crise de identidade que vem dominando a psicologia social nos últimos 10 anos, e tem corno finalidade apresentar as origens e o porquê desta crise, caracterizando-a nos seus matizes atuais e esboçando possíveis soluções para a mesma. Depois de breve referência a aspectos metodológicos e epistemológicos, evidencia-se a crise de identidade da psicologia social, ora considerada como tecnologia social, ora corno urna atividade centrada em problemas sociais concretos, ora como filosofia social impregnada de ideologia e ora corno ciência básica. São analisadas as conseqüências desta crise, e a posição do autor é a de que a psicologia social deve identificar-se como uma ciência básica do estudo do comportamento interpessoal tal como influenciado pela percepção do outro e dos demais fatores situacionais motivadores deste comportamento. O artigo termina salientando a necessidade de uma solução urgente para a crise de identidade da psicologia social. Desde que se iniciou o movimento de exigência de relevância social para a atividade do psicólogo especialista em psicologia social, esta disciplina se encontra em crise. A tranqüilidade e a clara identidade da psicologia social como ciência fundamentalmente básica - prevalente nas décadas de 40, 50 e em grande parte da década de 60 - cederam lugar ao torvelinho de questionamentos dos últimos 10 anos fazendo com que a disciplina mergulhasse em uma crise bastante profunda e que se configura, cada vez mais nitidamente, como uma crise de identidade. Há, entretanto, os que consideram a psicologia social uma ciência básica, e aqueles que a vêem como uma ciência aplicada; outros ainda como uma tecnologia, alguns como uma ideologia e poucos como uma filosofia social, além dos que a consideram uma combinação de duas ou de três das características citadas. Neste trabalho dar-se-á enfoque apenas à crise de identidade da psicologia social. Convém salientar, todavia, que esta disciplina atravessa outros tipos de crise, tais como a crise de sua cientificidade, a crise de paradigma (14, 4, 8, 12, 13) e a crise da adequação do método experimental (9,5,6). Estas crises, porém, apresentam muitos aspectos positivos, uma vez que obrigam os psicólogos sociais a se questionarem e, da busca de solução aos problemas levantados, derivam muitos benefícios para a psicologia social. A crise de identidade suscitada pela exigência de relevância e clara pregação de engajamento político, todavia, tem mais aspectos negativos que positivos, porque gera um estado caótico na disciplina e não um salutar debate sobre aspectos específicos de um setor identificado do saber.</div>Aroldo Rodrigues
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1978-03-121978-03-12304311Tendências atuais da Psicologia Social
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<div>Destaca-se neste artigo o crescente interesse de grande número de psicólogos sociais pelos eventos e problemas globais e macrossociais do comportamento humano, considerados no contexto socio-histórico-cultural, portanto, além da microabordagem laboratorial e analítica de características de indivíduos em situações-estímulo sociais. Relevam-se também a importância e inerência do pensamento psicológico na compreensão e explicação das mudanças e constância, variações e uniformizações de indivíduos, grupos e povos, no tempo e espaço humanos, pensamento explícito e implícito na obra de historiadores, filósofos, sociólogos, economistas e literatos. Não é a subestimação dos estudos experimentais que se apontam, mas, sim, a aplicação dos mesmos para as observações de campo, diretas e historicossociais, bem como o emprego maior e melhor dos critérios comparativos culturais e históricos extra-experimentais. A abordagem laboratorial foi e continua a ser reconhecida e preconizada como nuclear, mas não como exclusiva ou prioritária, mesmo porque os temas levados para o laboratório e o sofisticado controle de variáveis devidamente isoladas resultavam da influência poderosa dos problemas humanos do dia, históricos pois, nos seus múltiplos aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais. São mencionadas algumas interpretações psicológicas da história, destacando-se mais recentemente o emprego dos conceitos de clima social, da motivação de realização no plano do desenvolvimento econômico e da motivação do poder no plano poIítico-econômico, bem como do princípio do reforço e de seu correlato Homo Economicus, conjugando e unindo o pensamento psicológico e o poIítico-econômico no mesmo esboço interpretativo. </div>Eliezer Schneider
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1978-03-121978-03-123041325Um estudo de adaptação de instrumentos para avaliação de atitudes de alunos com relação à escola, a si mesmo e relacionamento entre colegas
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<div>O presente trabalho trata sobre a descrição de três instrumentos para medida de atitudes de alunos e de sua validação visando possíveis aplicações em estudos com populações estudantis brasileiras. Aborda, também, os procedimentos de validação, o coeficiente e o índice de fidedignidade.</div>Eunice M. L. Soriano de Alencar
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1978-03-121978-03-123042743Influência do sexo no nível intermediário de tensão encontrado em tríades P-O-X não equilibradas
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<div>Os trab~lhos experimentais acerca do princípio heideriano do equilíbrio têm mostrado claramente que o princípio recebe forte e definitiva confirmação empírica quando existe uma relação positiva entre P e O. No entanto, quando o elo P/O é negativo, resultados inesperados são freqüentemente encontrados, evidenciando um nível intermediário de tensão. O pre,ente trabalho sugere que forças do equilíbrio e da concordância atuam em direções opostas, como proposto por Rodrigues, em adição à hipótese do engajamento sustentada por Newcomb, para explicar o nível intermediário de tensão em pessoas quando diante de situações interpessoais P-O-X em que o elo P/O é negativo. Sujeitos foram agrupados em sexos feminino e masculino e postos a avaliarem situações triádicas com o elo P/O n"gativo. As hipóteses que sustentavam que Ss Fems valorizavam mais a concordância do que Ss Mascs., ou seja, aqueles experimentariam menos tensão do que estes nas tríades com concordância, deram na direção esperada em todas as cinco situações experimentais, porém os efeitos não foram distintamente diferentes para se tornarem estatisticamente significantes. Na situação de desagradabilidade e na de vontade de ver a relação O/X mudada, os resultados conhrmaram as hipóteses de que Ss Fems. valorizam mais a concordância do que a discordância. Os Ss Mascs. valorizaram mais a discordância do que a concordância nas situações de vontade de mudar o elo P/O e de diferenciação.</div>Carlos Américo A. PereiraFátima Elizabeth L. Pereira
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1978-03-121978-03-123044556Mães profissionais e identificação das filhas
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<div>104 jovens do sexo feminino responderam à lâmina 7 CF do TAT e ao Scenotest e as respostas foram analisadas para verificar a influência do trabalho da mãe fora do lar, bem como a satisfação dela no trabalho sobre a identificação sexual das filhas. Uma análise da variância 2x2 mostrou que a satisfação no trabalho por parte da mãe é fator importante na identificação das filhas. mas o local de trabalho, dêntro ou fora do lar, não afeta em nada tal identificação. Também não se verificou interação entre local de trabalho e satisfação da mãe sobre a identificação das filhas. Os resultados dão suporte ao enfoque, segundo o qual o trabalho fora do lar, associado à satisfação da mãe é fator que beneficia a mulher como profissional e como mãe.</div>Luiz PasqualiAnna Irma Callegari
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1978-03-121978-03-123045771Escala de avaliação de desempenho para instrutores e professores
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<div>Este artigo apresenta uma Escala de Avaliação de Desempenho para Instrutores e Professores, visando atender a urna maior racionalização do treinamento de instrutores e/ou professores na Marinha do Brasil. A escala, composta de 29 itens definidos operacionalmente e distribuídos segundo 4 módulos e 4 gradações definidas operacionalmente, foi aplicada em 35 instrutores da Marinha, tendo apresentado alta fidedignidade, bem como validade por meio da utilização de um critério externo.</div>Guilherme Henrique Caspary Ribeiro
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1978-03-121978-03-123047381A influência da idade, em meses, no rendimento escolar
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Dair Aily Franco de Camargo
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1978-03-121978-03-123048397O fator humano e os acidentes de trânsito
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<p>Segunda parte: a seleção.</p><p> </p><p>Dedica o autor esta segunda parte de seu trabalho a uma revisão dos recursos que a seleção oferece para a redução dos acidentes de trânsito. Partindo da inferência deduzida pela análise profissiográfica dos requisitos necessários ao bom motorista, passa em revista os resultados obtidos por diversos pesquisadores nacionais e estrangeiros, seja por métodos sintéticos, como simuladores, seja por instrumentos sintéticos, coletivos ou de papel e lápis, relativos à aptidão, inteligência e personalidade, ou mediante entrevistas e questionários. Apresenta finalmente algumas sugestões, umas críticas e outras construtivas, porém, bastante óbvias. Referem-se algumas à sistemática geral da prevenção de acidentes; sugerem outras novas linhas de pesquisa sobre a validade dos instrumentos de seleção.</p>Francisco Campos
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1978-03-121978-03-1230499117Efeito de dois parâmetros do procedimento de Cloze
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Geraldina Porto Witter
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1978-03-121978-03-12304119123Perspectivas metodológicas no estudo do autocontrole
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<div>O comportamento humano nem sempre pode ser explicado em função das contingências oferecidas pelo ambiente imediato. Boa parcela de tais comportamentos é interpretada como representante de uma categoria de resposta peculiar, considerada por muitos como indispensável à convivência social nos grupos humanos: o autocontrole. Após a delimitação do problema, dificuldades básicas encontradas a nível metodológico são discutidas e analisadas. Neste sentido, são considerados os critérios necessários à validade interna e externa das pesquisas, ressaltando, entre outros, obstáculos como ausência de definições operacionais das variáveis e não-fidedignidade do auto-registro como instrumento de mensuração do fenômeno. Análise detalhada dos análogos experimentos utilizados para o estudo de autocontrole no laboratório e em seguida efetuada em termos de suas principais vantagens e limitações. </div>Angela M. C. Uchôa de Abreu Branco
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1978-03-121978-03-12304125133Técnicos e auxiliares de 2.º grau (conclusão)
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ISOP. Centro de Informação e Pesquisa Ocupacional
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1978-03-121978-03-12304135196Modificação do comportamento e sociedade controlada
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<div>Robert L. Geiser. Modificação do comportamento e sociedade controlada. Trad. Zahar, Rio de Janeiro, 1977. 168p.</div>Wedner Modenezi Wanderley
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1978-03-121978-03-12304197199The Lost ones: social forces and mental illness in Rio de Janeiro
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<div>Brody, E. B. et al. The Lost ones - Social forces and mental illness in Rio de Janeiro. New York, Intemational University Press, 1972. 808p.</div>Elisa Dias Velloso
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1978-03-121978-03-12304200201Hemi-inatenção e especialização hemisférica
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<div>Weinstein, E. & Friedland, R. Hemi-inatenção e especialização hemisférica (Hemiinattention and hemisphere specialization). Raven Press, New York, 1977. (Advances in Neurology, p. 18)</div>Elso Arruda
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1978-03-121978-03-12304201203L 'Histoire d'Anna O.
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<div>Freeman, Lucy. L 'Histoire d'Anna O. - Paris, Presses Universitaires de France, 1977. 326p.</div>Athayde Ribeiro da Silva
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1978-03-121978-03-12304203203O Enigma do homem: para uma nova antropologia
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<div>Morin, Edgar. O Enigma do homem: para uma nova antropologia. Rio de Janeiro, Zahar, 1975. 227p.</div>Elida Sigelmann
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1978-03-121978-03-123042004205O Tratamento psicanalítico de crianças: preleções técnicas e ensaios
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<div>Freud, Ana. O Tratamento psicanalítico de crianças - Preleções técnicas e ensaios. Trad. bras. Rio de Janeiro. Imago, 1971.</div>Elisa Dias Velloso
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1978-03-121978-03-12304205206Psychologists ou psychology
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Cohen, David. Psychologists ou psychology. Nova York, Taplinger, 1977. 360p.Athayde Ribeiro da Silva
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1978-03-121978-03-12304206208The social ecology of free seating arrangements in a small group interaction context
https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/abpa/article/view/17989
<div>Clyde Hendrick, Martin Giesen & Sharon Coy. The social ecology of free seating arrangements in a small group interaction context. Sociometry, 34 (2): 262-74, 1974.</div>Eurídice Freitas
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1978-03-121978-03-12304208209Linguistic styles as indices interpersonal distance
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<div>Leginski, Walter e Izzett, Richard R. Linguistic styles as indices interpersonal distance. The Journal of Social Psychology. 91: 291-304,1973.</div>Eurídice Freitas
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1978-03-121978-03-12304209210