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Aspectos psicológicos do adoecer da criança na creche

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000055551.pdf (13.85Mb)
Data
1990-12-19
Autor
Lamarca, Isabel Cristina Silva Arruda
Orientador
Penna, Marion Merlone dos Santos
Metadados
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Resumo
Nowadays many mothers all over the world work outside home. As a result, day- care centers were provided. Many investigations on the effects of day-care centers on the development of children have been done. The available data indicates that high-quality nonmaternal care does not appear to have adverse effects on the young child’s maternal attachment, intellectual development or social-emotional behavior. There is a traditional belief in our society, held by many people that women must stay home with their children. For the mother to take her child to a day-care center implicates a paintful decision. She wants to work and at the same time she doesn’t want to leave her baby. For the children mother's absence can be interpreted as a rejection and separation may cause anxiety. In this study it will be analyzed the ways the children have to express their feelings in relation to the mother’s separation especially regarding illnesses, the psychological and psychosomatic aspects involved.
 
O desenvolvimento sócio-politico-econômico e social de nosso século, vem contribuindo enormemente à inserção da força de trabalho feminina, principalmente nas últimas três décadas. A necessidade econômica aliada ao desejo, cada vez mais manifesto, de desenvolver potenciais profissionais, vem modificando certos hábitos e costumes que, tradicionalmente, estavam enraizados em nossa cultura. O desejo de 'ir a luta' tem transformado o papel da mulher dentro do contexto familiar. Cada vez mais, nos deparamos com mulheres que conseguem, mesmo que de forma incipiente, dividir seu 'papel-rótulo', de dona de casa, com seu marido ou companheiro. E aí, surge a questão: com quem ficarão os filhos? As creches vem se revelando como uma boa alternativa, na medida que, em sua própria definição, ela é um local destinado a favorecer o desenvolvimento da criança pequena. A criança deve ser atendida em suas necessidadse básicas, propiciando a sua socialização, estabelecendo relações afetivas e ampliando experiências. Paralelamente, resta analisar que toda decisão implica em um processo muitas vezes doloroso. A decisão de deixar o bebê na creche, se reflete, diretamente, nos sentimentos maternos, que se tornam ambíguos. A necessidade dá as mãos a culpa, que se instala fortemente. Quanto ao bebê, entrar em um mundo novo é tarefa árdua, que exige um estágio de maturação e um processo de ajustamento que não corresponde, muitas vezes, ao desenvolvimento físico, intelectual e emocional. Para se adaptar ao novo ambiente, entram em jogo mecanismos múltiplos que alteram desde a fisiologia do bebê até o seu desenvolvimento como um todo. Essas mudanças fazem com que as crianças emitam respostas e tenham comportamentos de reação, os mais complexos e diversos, a essa adaptação. É um mundo novo, como pessoas novas e, estabelecer relações, não é tão simples. Afetivamente, ir a creche, implica na separação do meio familiar e, mais especificamente, separa-se da mãe. Dentre muitas formas de expressar o sentimento em relação a essa separação, encontram-se os distúrbios emocionais do bebê - o adoecer da criança, as manifestações psicossomáticas que são diretamente ligadas a relação mãe-filho. Procurar-se-á analisar os aspectos pscicológicos do adoecer, adoecer entendido como forma de protesto, como reclamação a angústia frente à separação.
 
URI
http://hdl.handle.net/10438/9551
Coleções
  • FGV ISOP - Dissertações [193]
Áreas do conhecimento
Psicologia
Assunto
Crianças doentes - Psicologia
Creches
Carência materna
Palavra-chave

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