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dc.contributor.advisorMattos, Enlinson
dc.contributor.authorVideira, Raphael Almeida
dc.date.accessioned2011-06-03T14:56:38Z
dc.date.available2011-06-03T14:56:38Z
dc.date.issued2010-06-30
dc.identifier.citationVIDEIRA, Raphael Almeida. Ciclos políticos no Brasil. Tese (Doutorado em Economia de Empresas) - FGV - Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, 2010.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/8314
dc.description.abstractEsta tese pretende analisar a questão de ciclos políticos eleitorais em dois estudos, sendo o primeiro deles um teste empírico sobre a existência de ciclos políticos eleitorais nos municípios brasileiros e sua relação com a interação estratégica e o segundo faz uma investigação a respeito da existência de ciclos políticos eleitorais na taxa de câmbio, considerando não apenas o evento eleitoral, como também o início propaganda eleitoral gratuita nos meios de comunicação. O primeiro estudo busca testar a teoria de ciclos políticos eleitorais para os municípios brasileiros, levando em consideração as variáveis fiscais da microrregião, bem como sua contrapartida política. Em particular, este trabalho adiciona controles espaciais (fiscais e políticos) ao modelo tradicional de ciclos políticos eleitorais. O teste econométrico foi realizado para o período entre 1997 e 2008 usando a técnica de dados em painel com instrumentos, seguindo Lockwood e Migali (2009). Os resultados encontrados nas estimações sugerem que existe interação espacial para as despesas de saúde e educação (efeito marginal médio de R$ 1,42 per capita), mas não encontramos evidência de ciclo político por interações espaciais para estes gastos. Já para os gastos com investimentos, o ciclo político eleitoral é conduzido não por características intrínsecas do próprio município, mas sim pelo fato de que os gastos dos municípios localizados ao redor influenciam positivamente nos investimentos do município em questão (efeito marginal médio de R$ 1,23 per capita). No segundo estudo foi desenvolvido um teste empírico para tentar captar a relação dos momentos eleitorais (considerando as três últimas eleições presidenciais – 1998, 2002 e 2006) com a taxa de câmbio real no Brasil. O exercício estima a relação da taxa de câmbio com dummies de eleição e de propaganda eleitoral gratuita, através de modelos GARCH e EGARCH. Estima-se o efeito destas variáveis sobre a média da taxa de câmbio e a sua volatilidade, que pode ser aproximada como uma medida de risco. Os resultados encontrados sugerem que em 1998 o incumbente pode ter atuado não diretamente na apreciação cambial, mas sim na redução da volatilidade associada, diferentemente do que sugere a literatura associada a esta questão (como Lobo e Tufte (1998) e Leblang e Bernhard (2006)). Em 2006, para a variável de propaganda eleitoral, os resultados sugerem que a taxa de câmbio foi apreciada e também a sua volatilidade foi reduzida, quando da divulgação das pesquisas eleitorais, o que pode sugerir um indício de ciclo político eleitoral.por
dc.language.isopor
dc.subjectEleiçõespor
dc.subjectCampanha eleitoralpor
dc.subjectCâmbiopor
dc.subjectCiclos políticos eleitoraispor
dc.titleCiclos políticos no Brasilpor
dc.typeThesiseng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EESPpor
dc.subject.bibliodataEleições - Brasil - Aspectos econômicospor
dc.subject.bibliodataCampanha eleitoral - Aspectos econômicospor
dc.subject.bibliodataEleições locais - Aspectos econômicospor
dc.subject.bibliodataCâmbiopor
dc.contributor.memberCarvalho, Carlos Eduardo
dc.contributor.memberRocha, Fabiana
dc.contributor.memberArvate, Paulo Roberto
dc.contributor.memberOrellano, Verônica Inês Fernandez


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