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dc.contributor.authorFerreira, Pedro Cavalcanti
dc.contributor.authorCunha, Bárbara Vasconcelos Boavista da
dc.date.accessioned2008-05-13T15:32:23Z
dc.date.accessioned2010-09-23T18:57:27Z
dc.date.available2008-05-13T15:32:23Zpor
dc.date.available2010-09-23T18:57:27Z
dc.date.issued2003-01-02
dc.identifier.issn0104-8910
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/740
dc.description.abstractO estudo do impacto de ciclo econômico no bem-estar dos indivíduos de uma economia é um assunto de grande importância teórica. Ao considerarmos a economia brasileira, onde grande maioria dos indivíduos não dispõe de mecanismos de crédito, ele torna-se ainda mais relevante. Se os agentes não são capazes de suavizar consumo segundo a hipótese da renda permanente de Friedman é de se esperar que sofram impactos ainda maiores diante de flutuações na renda. Utilizamos o modelo proposto por Imrohoroglu (1989) para os dados da economia brasileira a fim de mensurar a perda de bem-estar causada por um ciclo econômico. A partir de resultados que mostram o significativo custo dos ciclos econômicos, propomos a introdução do governo no modelo. Agindo no sentido de completar mercados, o governo se mostrou eficiente. Apesar de simples, nosso experimento mostrou a importância de investigarmos a ação governamental como opção para elevação do bem-estar em economias restritas ao crédito ao longo de flutuações econômicas.por
dc.language.isopor
dc.publisherEscola de Pós-Graduação em Economia da FGVpor
dc.relation.ispartofseriesEnsaios Econômicos;471por
dc.titleCusto de ciclo econômico no Brasil em um modelo com restrição a créditopor
dc.typeWorking Papereng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EPGEpor
dc.subject.bibliodataEconomiapor
dc.subject.bibliodataCiclos econômicos - Brasilpor
dc.contributor.affiliationFGV


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