Mostrar registro simples

dc.contributor.authorBresser-Pereira, Luiz Carlos
dc.date.accessioned2010-08-06T14:44:11Z
dc.date.available2010-08-06T14:44:11Z
dc.date.issued2010-08-06
dc.identifier.sici266
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/6926
dc.description.abstractNos anos 1950 dois grupos de intelectuais públicos, organizados em torno da CEPAL, em Santiago do Chile, e do ISEB, no Rio de Janeiro, pensaram a América Latina de forma pioneira de um ponto de vista nacionalista. A CEPAL criticou a lei das vantagens comparativas e suas implicações antiindustrializantes e imperialistas; o ISEB concentrou sua atenção na coalizão de classes por trás da estratégia nacional de desenvolvimento proposta. A existência de uma burguesia nacional era fundamental para esta interpretação. Entretanto, a Revolução Cubana e os golpes militares modernizantes que se seguiram abriram espaço para a crítica dessas ideias pela interpretação marxista da dependência que logo se dividiu em dois grupos. Os dois rejeitaram equivocadamente a possibilidade de uma burguesia nacional nos países latino-americanos, mas enquanto uma derivava dessa premissa equivocada a necessidade e possibilidade de uma revolução socialista, o outro, associado à escola de sociologia de São Paulo (USP) concluiu pela associação com os países em ricos. Ambos ignoraram o caráter ambíguo e contraditório da burguesia da região e enfraqueceram o nacionalismo econômico que caracteriza a formação dos estados-nação e seu desenvolvimento econômicopor
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofseriesTextos para Discussão- EESP;266por
dc.subjectBurguesia nacionalpor
dc.subjectNacionalismopor
dc.subjectDesenvolvimentismopor
dc.subjectDependênciapor
dc.titleInterpretação nacionalista versus interpretação da dependênciapor
dc.typeWorking Papereng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EESPpor
dc.subject.bibliodataEconomiapor


Arquivos deste item

Thumbnail

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples