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dc.contributor.authorNeri, Marcelo Côrtes
dc.contributor.authorSoares, Wagner Lopes
dc.date.accessioned2008-05-13T15:27:45Z
dc.date.accessioned2010-09-23T18:58:17Z
dc.date.available2008-05-13T15:27:45Z
dc.date.available2010-09-23T18:58:17Z
dc.date.issued2002-12-01
dc.identifier.issn0104-8910
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/601
dc.description.abstractEsse artigo estuda a relação entre pobreza e distribuição de recursos no Brasil, tendo como principal objetivo a ajuda na implementação de políticas de reforço de capital dos pobres. A estratégia usada foi comparar o acesso a diferentes ativos, relacionados à saúde, ao longo da distribuição de renda, bem como o comportamento dos décimos de rendimento em função de medidas de necessidades e uso de cuidados médicos. Os dados foram extraídos de pesquisas domiciliares do IBGE (PNAD 1996/1998 e PME 1997), e fornecem condições inéditas no caso brasileiro para traçar um perfil de acesso dos pobres. Em geral, observou-se que os indivíduos nos primeiros décimos da distribuição de renda têm pior acesso a ativos de saúde, adoecem mais e consomem menos serviços de saúde, agravando, assim, a desigualdade de renda. É nesse sentido, que reforços no portifólio de ativos (capital físico, humano e saúde) são políticas estruturais de alivio à pobreza, uma vez que geram uma melhor saúde e, consequentemente, maiores rendimentos.por
dc.language.isopor
dc.publisherEscola de Pós-Graduação em Economia da FGVpor
dc.relation.ispartofseriesEnsaios Econômicos;465por
dc.subjectEquidade em saúdepor
dc.subjectEquidade no consumo dos serviços de saúdepor
dc.subjectPosse de ativospor
dc.subjectPobrezapor
dc.titlePobreza, ativos e saúde no Brasilpor
dc.typeWorking Papereng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EPGEpor
dc.subject.bibliodataEconomiapor
dc.subject.bibliodataPobreza - Brasilpor
dc.contributor.affiliationFGV


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