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dc.contributor.advisorTenório, Fernando Guilherme
dc.contributor.authorOgliari, Carlos Eduardo do Nascimento
dc.date.accessioned2010-03-11T18:41:56Z
dc.date.available2010-03-11T18:41:56Z
dc.date.issued2009-05-10
dc.identifier.citationOGLIARI, Carlos Eduardo do Nascimento. A orientação das pessoas em relação à diversidade da força de trabalho: um estudo de caso na volvo do Brasil.. Dissertação (Mestrado em Administração) - Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas, Fundação Getúlio Vargas - FGV, Rio de Janeiro, 2009.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/4244
dc.description.abstractEste trabalho discute a orientação, no sentido de inclinação, de tendência, do indivíduo a reagir diante da diversidade da força de trabalho. Parte-se do pressuposto da inevitabilidade da diversidade e do potencial que dela advém para a geração de ganhos ou perdas à organização. Ou seja, cabe à gestão empresarial buscar a maximização dos efeitos positivos e a minimização das conseqüências negativas da diversidade. Observa-se, contudo, que as empresas estão investindo em programas de promoção da diversidade da força de trabalho sem conhecer a tendência de reação de seus empregados e dos seus times em relação à diversidade. Nesta situação, isto é, sem a identificação de quais dimensões da diversidade devem ser priorizadas e trabalhadas, não há como customizar ações, no âmbito dos programas organizacionais, com eficiência suficiente para preparar e estimular as pessoas para melhor reagirem diante do diverso. A questão que se traduz no problema de pesquisa é: como medir o grau com que os empregados da unidade paranaense da Volvo do Brasil estão inclinados a reagir, positiva ou negativamente, em relação à diversidade da força de trabalho, de forma a gerar informações para a gestão? Busca-se identificar os significados da diversidade da força de trabalho na Volvo. Dos debates e ensinamentos de Oracy Nogueira, Florestan Fernandes, Costa Pinto e Guerreiro Ramos, exploram-se as diferentes perspectivas sociológicas atribuídas aos determinantes do preconceito e da discriminação no Brasil. Discute-se a diversidade sob a ótica da teoria da contingência e do poder das organizações e, em contraponto, examina-se a questão com base na teoria substantiva da vida humana associada e no conceito de homem parentético, de Guerreiro Ramos. Quanto aos fins, esta pesquisa é exploratória, descritiva e metodológica. Quanto aos meios é uma pesquisa bibliográfica, documental, de campo, experimental e um estudo de caso. Utilizam-se procedimentos qualitativos e quantitativos. Conclui-se que o RTDI (reaction to diversity inventory), de De Meuse e Hostager (2001), ajustado, é um instrumento com o qual se pode medir o grau com que as pessoas estão propensas a reagir diante da diversidade da força de trabalho, de forma a gerar importantes informações para a gestão.por
dc.language.isopor
dc.subjectDiversidadepor
dc.subjectGestão da diversidadepor
dc.subjectReação à diversidadepor
dc.subjectDiversidade da força de trabalhopor
dc.subjectPreconceitopor
dc.subjectDiscriminaçãopor
dc.subjectInclusãopor
dc.subjectPacto globalpor
dc.subjectVolvopor
dc.subjectDiversitypor
dc.subjectManagement of diversityeng
dc.subjectReaction to diversityeng
dc.subjectWorkforce diversityeng
dc.subjectPrejudiceeng
dc.subjectDiscriminationpor
dc.subjectInclusionpor
dc.subjectGlobal compactpor
dc.titleA orientação das pessoas em relação à diversidade da força de trabalho: um estudo de caso na volvo do Brasil.por
dc.typeDissertationeng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EBAPEpor
dc.subject.bibliodataDiversidade no local de trabalhopor
dc.subject.bibliodataComportamento organizacionalpor
dc.subject.bibliodataDiscriminação no empregopor
dc.contributor.memberVergara, Sylvia Constant
dc.contributor.memberValle, Rogério de Aragão Bastos do


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