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dc.contributor.advisorDelgado, Jorge Juan Soto
dc.contributor.authorBatista, Deborah Câmara
dc.date.accessioned2021-09-17T13:36:09Z
dc.date.available2021-09-17T13:36:09Z
dc.date.issued2021-06-21
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/31094
dc.description.abstractA mudança climática ocasiona impactos físicos e mudanças sistêmicas profundas. No ambiente de negócios esses impactos podem ir além das mudanças dos ambientes competitivo e político. A mitigação sozinha não será suficiente para endereçar os impactos da mudança climática o sugere que as adaptações podem amenizar efeitos deletérios, constituindo-se como resposta importante aos desafios. A complexidade do problema requer envolvimento de todos os setores visando soluções. Em especial, o setor empresarial tem interesses a proteger e um papel a desempenhar já que a mudança global do clima pode resultar em perda de fatores produtivos e declínio da produtividade, além do enfraquecimento ou destruição de infraestrutura. Este estudo visa contribuir ao entendimento do potencial da adaptação à mudança climática na melhora da resiliência e na redução da vulnerabilidade do setor empresarial, aprofundando-se na experiência de três empresas brasileiras. O estudo faz uma análise qualitativa descritiva através de uma pesquisa exploratória usando o método de estudo de caso múltiplo. Seus resultados contribuem para a discussão dos conceitos, práticas e fatores decisórios presentes nas estratégias de empresas com projetos de adaptação, reforçando o olhar para riscos e oportunidades. Entre outras coisas, a pesquisa revelou posturas de aversão a risco com a implantação de medidas de adaptação soft e hard, no e low regret. As três empresas estudadas adotam horizontes de longo-prazo em seus planejamentos e avaliações de riscos, bem como processos multifásicos de gestão de riscos. Cientes de suas vulnerabilidades, adotam posturas preemptivas integrando a avaliação de riscos climáticos às tomadas de decisão estratégica, visando um olhar sistêmico que pouco a pouco se estenda a suas cadeias de valor. Além das medidas mitigadoras do risco, as três estão explorando oportunidades como novos produtos, serviços e mercados. Há diferenças em suas abordagens em virtude, principalmente, das características dos setores em que atuam. Abordagens colaborativas e participativas, assim como arranjos envolvendo atores múltiplos estão entre as tendências emergentes, enquanto a comunicação sobre adaptação, obtenção de informações de qualidade sobre o clima, e mensuração de resultados constituem desafios.por
dc.language.isopor
dc.subjectMudança climáticapor
dc.subjectadaptaçãopor
dc.subjectresiliênciapor
dc.subjectempresaspor
dc.subjectincertezapor
dc.subjectriscopor
dc.titleO setor empresarial no Brasil e a adaptação ao risco climáticopor
dc.typeDissertationeng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.subject.bibliodataMudanças climáticaspor
dc.subject.bibliodataResiliência organizacionalpor
dc.subject.bibliodataEmpresas - Brasilpor
dc.subject.bibliodataAdministração de riscopor
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.rights.accessRightsopenAccesseng


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