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dc.contributor.authorTenório, Fernando Guilherme
dc.contributor.authorAraújo, Edgilson Tavares de
dc.date.accessioned2021-08-09T00:03:11Z
dc.date.available2021-08-09T00:03:11Z
dc.date.issued2020
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/30934
dc.description.abstractEste artigo busca repetir, uma vez mais, o conceito de gestão social, que talvez seja um sonho que pode não se realizar, dadas as condições de “temperatura e pressão” sob as quais vivemos na contemporaneidade. Não obstante, a resistência conceitual deve ser o motivo para que possamos reagir ao que consideramos predominante na hodierna área da Administração: a gestão estratégica. Assim, a repetição de um tema que, desde o início dos anos 1990, vem sendo apresentado à academia brasileira é um caminhar em busca de uma qualificação melhor para o conceito central deste texto: a gestão social. Para tanto, apesar de estarmos no início do século XXI, recorremos ao fim do século XVIII, a fim de aproximar o conceito de gestão social dos parâmetros iluministas dessa centúria. Iluminismo ou barbárie? Eis a questão.por
dc.language.isopor
dc.publisherFGV EBAPEpor
dc.subjectGestão socialpor
dc.subjectGestão estratégicapor
dc.subjectModernidadepor
dc.subjectPós-modernidadepor
dc.titleMais uma vez o conceito de gestão socialpor
dc.typeArticleeng
dc.subject.areaAdministração públicapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EBAPEpor
dc.subject.bibliodataPlanejamento estratégicopor
dc.subject.bibliodataModernidadepor


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