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dc.contributor.advisorAndreassi, Tales
dc.contributor.authorBussmann, Luis Alberto Scandelari
dc.date.accessioned2020-10-30T15:36:07Z
dc.date.available2020-10-30T15:36:07Z
dc.date.issued2020-09-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/29791
dc.description.abstractÉ fato que o termo “inovação aberta” criado por Chesbrough em 2003 tem recebido atenção da academia e é frequentemente mencionado na media. Em um mundo cada vez mais conectado, há uma abundância ideias e de conhecimento sendo criados todos os dias, tanto sendo disponibilizados para internalização e utilização dentro das organizações, quanto sendo criados e disponibilizados por estas para utilização externa. Mas será que o termo e os conceitos relacionados com inovação aberta são realmente compreendidos e utilizados pelas empresas no Brasil ? Em estudo recente, constatou-se que este não é o caso, que a inovação aberta é fracamente utilizada, e que falta compreensão dos preceitos de inovação aberta em empresas do setor industrial. Será que o mesmo se aplica também no setor de serviços ? Vários estudos apontam uma lacuna na investigação do fenômeno de inovação aberta no setor de serviços Mais especificamente, há uma necessidade de mais estudos sobre a utilização do conceito de inovação aberta em empresas de serviços no mercado financeiro. Com base nas lacunas e oportunidades apresentadas pela literatura, este trabalho investiga pequenas novas empresas do setor de serviços, operando no mercado financeiro brasileiro. Avalia por que e como os conceitos de inovação aberta são utilizados por estas organizações, assim como desafios e benefícios observados quando estes conceitos são implementados. Seguiu uma pesquisa qualitativa de cunho exploratório baseada em estudo de casos múltiplos por meio de entrevistas semiestruturadas com executivos de pequenas e novas empresas do setor de serviços no mercado financeiro (FinTech). Os resultados propiciam uma ampliação do conhecimento sobre a utilização da inovação aberta no Brasil, particularmente em pequenas novas empresas do setor de serviço no mercado financeiro. Os principais resultados incluem um conjunto de práticas de inovação aberta utilizados pelas startups, quatro pilares que guiam a implementação do seu modelo de inovação, constatação do papel da execução em contraste ao das ideias no mundo das startups, descrição de como as startups encontram atalhos em seu processo de desenvolvimento de modo a se tornarem mais ágeis. Também discutimos como assuntos de cunho jurídico, a cultura do mercado e as regulamentações, pressões para crescimento e aumento de receita agem como desafios na implementação da inovação aberta.por
dc.description.abstractThe term “open innovation” coined in 2003 by Chesbrough is receiving attention by the academy, and is frequently mentioned in the media. In a word more and more connected, there is an abundance of ideas and knowledge being created every day and becoming available. They can be imported and used within firms that didn’t necessarily participate in the creation of such ideas, or exported for use by firms outside of the one where the ideas and knowledge were created. But are the term and concepts related to Open Innovation used by firms in Brazil? A recent study reached the conclusion that this is not the case, that Open Innovation is weakly used and that Brazilian firms in the industrial sector with significant R&D activities don’t actually understand the concepts behind Open Innovation. Would the same also apply to Services? To begin with, the literature points to a deficiency in Open Innovation studies as they relate to services. Furthering it, very few studies on Open Innovation in financial services exist. Based on the opportunities presented by the literature, this study investigates small and new financial services firms in Brazil, evaluating why and how the concepts of Open Innovation are used, as well as identifying benefits and challenges firms face when implementing Open Innovation. To reach the proposed objectives, the study used an exploratory qualitative design based on multiple case study where senior level executives in small and new financial service firms in Brazil (FinTechs) were interviewed so as to collect their perceptions and perspectives on the subject. Results promote a better understanding on the usage of Open Innovation in Brazil, particularly in small and new financial service firms. Main findings include a set of open innovation practices actually used by startups, the four pillars guiding the implementation of their innovation model, the realization that execution thumps ideas in the world of startups, how startups shortcut their product creation process and bring about agility. We also found how legal matters, market culture and regulation, pressures for scaling and revenue growth act as challenges to implementing open innovation.eng
dc.language.isoeng
dc.subjectInovaçãopor
dc.subjectInovação abertapor
dc.subjectInovação em serviçospor
dc.subjectInovação no mercado financeiropor
dc.subjectPesquisa e Desenvolvimentopor
dc.subjectPequenas e médias empresaspor
dc.subjectTecnologiapor
dc.subjectFintecheng
dc.titleOpen innovation: the case of small and new financial technology firms in Brazileng
dc.typeThesiseng
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.subject.bibliodataInovações tecnológicaspor
dc.subject.bibliodataEmpresas novaspor
dc.subject.bibliodataIndustria de serviços financeiros - Inovações tecnológicaspor
dc.subject.bibliodataMercado financeiro - Brasilpor
dc.subject.bibliodataTecnologiapor
dc.subject.bibliodataPesquisa e desenvolvimentopor
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.contributor.memberFischer, Bruno Brandão
dc.contributor.memberMarques, Jane A.
dc.contributor.memberCarneiro, Jorge


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