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dc.contributor.advisorCouto, Cláudio Gonçalves
dc.contributor.authorAndrade, Tâmara Karoline Barros de
dc.date.accessioned2020-08-28T20:01:34Z
dc.date.available2020-08-28T20:01:34Z
dc.date.issued2020-08-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/29637
dc.description.abstractTer uma burocracia representativa da população brasileira é crucial para o exercício da democracia. Mas, embora as mulheres sejam a maioria da população brasileira, isso não é uma realidade quando analisamos o governo. Ainda que tenham sido criadas muitas políticas públicas para igualdade de gênero, legislações e ações afirmativas foram insuficientes para promover a equidade entre homens e mulheres, o que apresenta uma alarmante e urgente face da condição feminina em pleno século XXI. A partir desta perspectiva, o presente artigo pretende discutir os desafios da promoção da igualdade de gênero, trazendo como base a experiência da organização da sociedade civil Vetor Brasil. A organização desenvolve inovações na gestão de pessoas do setor público em parceria com os governos locais, através da atração, seleção e desenvolvimento de profissionais que atuam no setor público brasileiro. Por meio de suas ações a organização demonstra que a implementação de iniciativas de treinamento são insuficientes para promover a diversidade real no setor público. Especialmente em relação à desigualdade de gênero, sem reconhecimento da existência de vieses nos processos de seleção e a introdução de ações afirmativas para além das cotas, dificilmente serão corrigidas as expressões da desigualdade de gênero no setor público. As práticas não discriminatórias, como a neutralização de vieses e a introdução de treinamentos são importantes, mas devem caminhar junto com medidas de inclusão e equidade para que uma política de diversidade seja eficaz e de fato as mulheres sejam representativas no governo. O presente artigo suscita que é preciso pensar ação afirmativa de uma forma abrangente, considerando diversidade como um componente que não pode estar dissociado de inclusão e equidade. Faz-se necessário não apenas a garantia de acesso ao mercado de trabalho para as mulheres, mas também a introdução de mecanismos que gerem mudanças de comportamentos, provocando nos indivíduos uma postura de profunda reflexão e vigilância de suas práticas pessoais e profissionais, promovendo a institucionalização transversal desses esforços e assegurando o fortalecimento da presença de membros dos grupos beneficiários das políticas de inclusão dentro da máquina pública, tornando-os atores centrais do processo de transformação.por
dc.language.isopor
dc.subjectAção afirmativapor
dc.subjectBurocracia representativapor
dc.subjectDiversidadepor
dc.subjectGêneropor
dc.subjectGestão de pessoaspor
dc.subjectMulherespor
dc.subjectRecursos humanospor
dc.subjectSetor públicopor
dc.subjectTerceiro setorpor
dc.subjectViesespor
dc.subjectVetor Brasilpor
dc.titleDesafios da promoção de igualdade de gênero no setor público: os aprendizados do programa de diversidade do Vetor Brasilpor
dc.typeTechnical Reporteng
dc.subject.areaAdministração públicapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.subject.bibliodataAdministração de pessoalpor
dc.subject.bibliodataMulheres - Empregopor
dc.subject.bibliodataIgualdadepor
dc.subject.bibliodataDiversidade no ambiente de trabalhopor
dc.subject.bibliodataSetor públicopor
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.contributor.memberTonelli, Maria José
dc.contributor.memberPacheco, Regina Silvia Viotto Monteiro


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