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dc.contributor.authorVasconcelos, Isabella Francisca Freitas Gouveia de
dc.contributor.authorCarvalho, Leonardo Araujo de
dc.date.accessioned2020-07-10T17:25:17Z
dc.date.available2020-07-10T17:25:17Z
dc.date.issued2019
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/29431
dc.description.abstractSe a organização é resiliente e consegue enfrentar situações de ruptura com êxito, inovando e aprendendo com esta dinâmica, e atingindo novos níveis de complexidade superiores, em um equilíbrio dinâmico, a resultante é que, mesmo enfrentando muitas rupturas, a organização resiliente aprende com elas, evolui e é estável (pois consegue implementar na maioria das vezes a mudança com êxito).É estável de uma forma dinâmica, pois consegue estabelecer sempre novos patamares mais complexos de estabilidade, atingindo novamente o equilíbrio em um movimento dinâmico e contínuo de evolução e aprendizado. Quanto mais resiliente a organização, mas sua atividade é inovadora e baseada em trabalho substantivo com comunicação que visa o real entendimento das questões, como uma comunicação de inspiração habermasiana que visa produzir conhecimento de fato. O modelo das organizações pós-burocráticas, entre outros, debate estas questões que apresentaremos a seguirpor
dc.language.isopt_BR
dc.subjectResiliênciapor
dc.subjectEquilíbrio dinâmicopor
dc.subjectAção comunicativapor
dc.subjectInovaçãopor
dc.subjectResiliencepor
dc.subjectDynamic equilibriumpor
dc.subjectCommunicative actionpor
dc.subjectInnovationpor
dc.titleOrganizações pós-burocráticas e resiliência organizacional: a institucionalização de formas de comunicação mais substantivas nas relações de trabalhopor
dc.typePapereng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.subject.areaTecnologiapor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::RPCApor
dc.subject.bibliodataRelações trabalhistaspor


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