Proganda negativa: o que as eleições de 2014 nos ensinam?
| dc.contributor.author | Rais, Diogo | |
| dc.contributor.author | Bispo, Nikolay Henrique | |
| dc.date.accessioned | 2020-01-17T19:38:36Z | |
| dc.date.available | 2020-01-17T19:38:36Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10438/28720 | |
| dc.description.abstract | Este artigo busca descrever e analisar como a Justiça Eleitoral trabalhou o conceito de propaganda negativa nas eleições de 2014 e os padrões na definição e determinação desse conceito. Este artigo enfrenta tema de fronteira entre a Ciência Política e o Direito, por se tratar de um tema muito estudado na primeira área e que recai ao Direito a função de regulamentá-lo, seja por seus operadores seja por meio de leis. Pouco enfrentado no Brasil, principalmente na seara jurídica, este artigo conclui que apesar de baixa regulação quanto ao tema, a Justiça Eleitoral já criou determinadas categorias fáticas de determinação de existência ou não de propaganda negativa. | por |
| dc.language.iso | por | |
| dc.subject | Propaganda negativa | por |
| dc.subject | Eleições de 2014 | por |
| dc.subject | Justiça Eleitoral | por |
| dc.title | Proganda negativa: o que as eleições de 2014 nos ensinam? | por |
| dc.type | Dataset | eng |
| dc.subject.area | Ciência política | por |
| dc.subject.area | Direito | por |
| dc.contributor.unidadefgv | Escolas::DIREITO SP | por |
| dc.contributor.unidadefgv | Demais unidades::RPCA | por |
| dc.subject.bibliodata | Eleições - Brasil - 2014 | por |
| dc.subject.bibliodata | Campanha eleitoral | por |


