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dc.contributor.authorCysne, Rubens Penha
dc.date.accessioned2019-04-10T17:07:56Z
dc.date.available2019-04-10T17:07:56Z
dc.date.issued2019-04-10
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/27330
dc.description.abstractOs números mostram que, entre 1999 e 2018, menos de 1% das importações totais e menos de 1% das exportações totais da área do euro tiveram o Brasil como parceiro. No caso dos Estados Unidos, também em todo o período considerado, menos de 1,5% de suas importações totais e menos de 3% de suas exportações totais tiveram origem no Brasil, cifra que hoje em dia situa-se abaixo de 2,5%.por
dc.language.isopor
dc.publisherConjuntura Econômicapor
dc.subjectComércio exteriorpor
dc.subjectChinapor
dc.subjectEstados Unidospor
dc.subjectZona do europor
dc.titleComércio exterior brasileiro: China desloca Estados Unidos e área do europor
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.subject.areaFinançaspor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EPGEpor
dc.subject.bibliodataBrasil - Comércio exteriorpor


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