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dc.contributor.authorBresser-Pereira, Luiz Carlos
dc.date.accessioned2009-04-13T19:59:23Z
dc.date.available2009-04-13T19:59:23Z
dc.date.issued2009-04-13
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/2607
dc.description.abstractIn the 1960s and 1970s Latin America was the setting of modernizing military coups and of the transition of their intellectuals from nationalism to associated dependency. In the 1950s two groups of public intellectuals, organized around ECLAC, in Santiago, Chile, and ISEB, in Rio de Janeiro, Brazil, pioneer the thinking on Latin American societies and economies (including Brazil’s) from a nationalist standpoint. ECLAC mainly criticized the law of comparative advantage and its underlying imperialist implications; ISEB focused on the political definition of a national-developmentalist strategy. The idea of a national bourgeoisie was key to this interpretation of Latin America. The Cuban revolution, the economic crisis of the 1960s, and the military coups in the South Cone, however, made room for criticism of these ideas from a new interpretation – the dependency one. By fully rejecting possibility of a national bourgeoisie, two versions of the dependency interpretation (the 'associated' and the 'over-exploitation' interpretations) also rejected the possibility of a national-development strategy. Only a third one, the 'national-dependent' interpretation, continued to affirm the need for and possibility of a national bourgeoisie and a national strategy. Yet, it was the associated-dependency interpretation that was dominant in Latin America in the 1970s and 1980s.eng
dc.description.abstractNos anos 1960 e 1970 a América Latina foi palco de golpes militares modernizadores e da transição de seus intelectuais do nacionalismo para a dependência associada. Nos anos 1950 dois grupos de intelectuais públicos, organizados entre a Cepal, em Santiago, Chile, e o ISEB, no Rio de Janeiro, Brasil, abriram caminho para o pensamento das sociedades e economias latino-americanas (inclusive do Brasil) a partir de uma visão nacionalista. A Cepal criticava principalmente a lei das vantagens comparativas e suas essenciais implicações imperialistas; o ISEB se focava na definição política de uma estratégia nacional-desenvolvimentista. A idéia de uma burguesia nacional era a resposta para esta interpretação da América Latina. A Revolução Cubana, a crise econômica dos anos 1960 e os golpes militares nos países do Cone Sul, entretanto, criaram espaço para a crítica a essas idéias com uma nova interpretação: a da dependência. Ao rejeitar totalmente a possibilidade de uma burguesia nacional, duas versões da interpretação da dependência (a interpretação 'associada' e a 'superexploração') também rejeitaram a possibilidade de uma estratégia nacional-desenvolvimentista. Apenas uma terceira interpretação, a 'nacional-dependente' continuava a afirmar a necessidade e a possibilidade de uma burguesia nacional e de uma estratégia nacional. Entretanto, foi a interpretação da dependência associada que foi dominante na América Latina nos anos 1970 e 1980.por
dc.language.isoeng
dc.relation.ispartofseriesTextos para Discussão;185por
dc.subjectNational bourgeoisiepor
dc.subjectNationalismpor
dc.subjectDevelopmentalismpor
dc.subjectCosmopolitismpor
dc.titleFrom the national-bourgeois to the associated dependency interpretation of latin Americaeng
dc.typeWorking Papereng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EESPpor
dc.subject.bibliodataEconomiapor


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