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dc.contributor.authorOuverney, Assis Luiz Mafort
dc.contributor.authorTeixeira, Sônia Maria Fleury
dc.date.accessioned2018-10-25T18:23:22Z
dc.date.available2018-10-25T18:23:22Z
dc.date.issued2017
dc.identifierhttps://www.scopus.com/inward/record.uri?eid=2-s2.0-85040741604&doi=10.1590%2f0034-7612162798&partnerID=40&md5=5667a44aebc178240816c0e86bd29230
dc.identifier.issn0034-7612
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/25190
dc.description.abstractThis article proposes a historical-institutionalist perspective to explain the political and institutional dynamics that polarized the intergovernmental relations in health policy in the 1990s. In this perspective, the history of intergovernmental relations is understood as the result of a long chain of decisions made in particular political contexts of the three governments in the 90s: Presidents Fernando Collor, Itamar Franco and Fernando Henrique Cardoso. During this period, the relations between the political actors of the Brazilian Health Unified System (SUS) and the trends of the national federative context established the direction of the decentralization strategy at each stage. The intensity of institutionalization also depended on the choices of these governments regarding the direction of the national policy and the federative coordination structure of the Ministry of Health, the stability and volume of financing, and the institutional capacities of states and municipalities to take on new responsibilities. © 2017, Fundacao Getulio Vargas. All rights reserved.eng
dc.description.abstractEste artigo busca explicar a dinâmica político-institucional que produziu um quadro polarizado de relações federativas no SUS nos anos 1990, com base no arcabouço teórico do neoinstitucionalismo histórico. Nessa perspectiva, analisa-se a trajetória das relações intergovernamentais como o resultado de uma cadeia de decisões tomadas em contextos singulares dos governos Collor, Itamar e FHC, onde o jogo entre os atores políticos do SUS e as tendências do contexto federativo nacional estabeleceram a direção da estratégia de descentralização em cada etapa. A intensidade de institucionalização dependeu ainda das escolhas desses governos relativas à direção da política nacional e à estrutura de coordenação federativa do Ministério da Saúde, da estabilidade e volume do financiamento setorial, e das capacidades institucionais de estados e municípios para assumirem novas responsabilidades.por
dc.description.abstractEste artículo propone un punto de vista histórico-institucionalista para explicar la polarización de las relaciones federativas en SUS a finales em los años 1990. En este enfoque, la trayectoria de las relaciones intergubernamentales es el resultado de una larga cadena de decisiones tomadas en contextos políticos concretos de los tres gobiernos en los años 90: Collor, Itamar y FHC. La dinâmica de forças entre los actores políticos del SUS y las tendencias del contexto federativo nacional establecieron la dirección de la estrategia de descentralización en cada etapa. La intensidad de institucionalización resultó también de las elecciones de esos gobiernos relativas a la dirección de la política nacional ya la estructura de coordinación federativa del Ministerio de Salud, de la estabilidad y volumen del financiamiento sectorial, y de las capacidades institucionales de estados y municipios para asumir nuevas responsabilidades.spa
dc.language.isoeng
dc.publisherFundação Getulio Vargaspor
dc.relation.ispartofseriesRevista de Administração Públicapor
dc.sourceScopus
dc.subjectDecentralizationeng
dc.subjectFederalismeng
dc.subjectHealth policyeng
dc.subjectHealth unified system (Brazil)eng
dc.subjectHistorical institutionalismeng
dc.titleThe polarized federalism in the health system in Brazileng
dc.title.alternativePolarização federativa do SUS nos anos 1990: uma interpretação histórico-institucionalistapor
dc.title.alternativeFederalismo polarizado en el sistema de salud en Brasilspa
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EBAPEpor
dc.subject.bibliodataSistema Único de Saúde (Brasil)por
dc.subject.bibliodataPolítica de saúdepor
dc.subject.bibliodataBrasil - Política e governopor
dc.subject.bibliodataSaúde pública - Administração - Descentralização - Brasilpor
dc.contributor.affiliationFGV
dc.identifier.doi10.1590/0034-7612162798
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.scopus2-s2.0-85040741604


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