Fair trade in social marketing practices of large corporations
O comércio justo nas práticas de marketing social das grandes empresas
Resumo
In this paper we describe the context of Fair Trade in the Social Marketing practices in the mainstream (large companies) of international trade relations. After exploring literature about the subjects, we collected, over 14 months, data on big businesses practices, using specific tools, and made a speech analysis that led to the appreciation of such content. Through this analysis, we observed that the companies studied have some consonants and some obscure issues. Concerning the analyzed speeches, officials indicate that Fair Trade is not philanthropy, that it helps to expose the existing concern for smaller producers, that the Fair Trade products purchasing scale is still small compared to the total business and that they understand sustainability in a strategic way, among other items. By examining the practices of big companies, we observed the existence of similar characteristics in many of them, which corroborates the socially responsible action in accordance with Social Marketing. There is a new approach about culture and organizational practices, related to exchange relations, attention to diversity and aspects hitherto relegated to the background, both by academia and by business players. The inclusion of Fair Trade in the mainstream marketing practices involves changing values, forms of action, and organizational practices. Este artigo descreve o contexto de inserção do Comércio Justo (CJ) nas práticas de Marketing Social das grandes empresas, ou mainstream das relações de comércio internacional. Após apreciação da literatura sobre os temas em questão, coletaram-se, durante 14 meses, dados relativos às práticas das grandes empresas, com o uso de ferramentas específicas, sendo feita uma análise do discurso que propiciou a avaliação de tal contento. Por meio de tal análise, nota-se que as empresas têm alguns pontos consonantes e outros nem tanto; nos discursos analisados, os responsáveis indicam que CJ não é filantropia, que ajuda a mostrar a preocupação existente com os produtores de menor porte, que a escala de compra de produtos do CJ ainda é reduzida diante do total dos negócios e que veem a sustentabilidade de maneira estratégica e transversal ao negócio, entre outros itens. Observando as práticas das grandes empresas estudadas, notam-se características similares em muitas delas, o que corrobora a atuação socialmente responsável, em conformidade com o Marketing Social. Há uma nova abordagem acerca da cultura e práticas organizacionais, no que concerne às relações de troca, atenção à pluralidade e aspectos até então relegados ao segundo plano, em particular para o meio empresarial. Destaca-se a compreensão de que a temática da inserção do CJ nas práticas mercadológicas do mainstream envolve a mudança de valores, formas de atuação e gestão organizacional.
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