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dc.contributor.advisorBiderman, Ciro
dc.contributor.authorTyszler, Marcelo
dc.date.accessioned2010-04-20T20:53:27Z
dc.date.available2010-04-20T20:53:27Z
dc.date.issued2006-01-19
dc.identifier.citationTYSZLER, Marcelo. Econometria espacial: discutindo medidas para a matriz de ponderação espacial. Dissertação (Mestrado em Administração Pública e Governo) - FGV - Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, 2006.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/2451
dc.description.abstractCom o crescente uso das teorias e métodos vindos das áreas de economia regional e urbana, economia e econometria espacial na fronteira entre as áreas de economia e políticas públicas, estudar esse arcabouço teórico e metodológico torna-se relevante no campo da análise de políticas públicas. O objetivo geral dessa dissertação é discutir de modo crítico aspectos da literatura de econometria espacial e sua aplicabilidade, com especial foco na comparação entre os diferentes modelos e matrizes de ponderação espacial. Esse estudo procura analisar diferentes formas de medidas que permitem a construção de uma matriz de ponderação espacial, bem como testar por meio de simulação experimental e em uma aplicação empírica a robustez de algumas dessas matrizes e de diferentes modelos. Dadas as indicações da literatura e as evidências mostradas nessa dissertação, a estratégia mais confiável para a busca de um modelo parece ser utilizar as estimativas dos modelos, em conjunto com as estatísticas de Moran, para identificar presença de algum tipo de correlação espacial, e do teste LM da variável dependente, para indicar esse tipo de correlação especificamente. Observa-se que, de modo geral, não há muita diferença em termos de esperança dos parâmetros não espaciais, quando comparadas a estimações tradicionais com as que utilizam as técnicas espaciais. Com isso, a indicação que se pode fazer é que o uso das ferramentas de econometria espacial deve ser aplicado quando o interesse da análise é justamente na estimação dos parâmetros de correlação espacial. Comparando o uso da matriz de contigüidade no lugar da matriz de distâncias, é possível notar que a matriz de contigüidade não é, de forma geral, uma boa substituição para a matriz de distâncias. Ela capta parcialmente o efeito de rho e lambda, além de captar erroneamente lambda, quando este inexiste.por
dc.language.isopor
dc.subjectFinanças públicaspor
dc.subjectSimulação de Monte Carlopor
dc.subjectMatriz de ponderação espacialpor
dc.subjectEconometria espacialpor
dc.titleEconometria espacial: discutindo medidas para a matriz de ponderação espacialpor
dc.typeDissertationeng
dc.subject.areaAdministração públicapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.subject.bibliodataEconometriapor
dc.subject.bibliodataMétodo de Monte Carlopor


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