| dc.contributor.advisor | Malik, Ana Maria | |
| dc.contributor.author | Campos, Claudia Valentina de Arruda | |
| dc.date.accessioned | 2010-04-20T20:53:36Z | |
| dc.date.available | 2010-04-20T20:53:36Z | |
| dc.date.issued | 2005-12-15 | |
| dc.identifier.citation | CAMPOS, Claudia Valentina de Arruda. Por que o médico não fica? Satisfação no trabalho e rotatividade dos médicos do Programa de Saúde da Família do Município de São Paulo. Dissertação (Mestrado em Administração Pública e Governo) - FGV - Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, 2005. | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10438/2438 | |
| dc.description.abstract | Na implantação do Programa de Saúde da Família (PSF) no Brasil, dois problemas foram identificados. O primeiro diz respeito à dificuldade de implantação do programa em grandes municípios, o que inclui o município de São Paulo. O segundo refere-se às dificuldades da área de recursos humanos no PSF, dentre os quais destaca-se a rotatividade dos médicos do PSF. Na medida em que a proposta do PSF funda-se no vínculo entre os profissionais da equipe de saúde e a população, a alta rotatividade dos profissionais pode comprometer a efetividade do modelo. A partir de estudos sobre satisfação no trabalho, que demonstram a existência de correlação negativa entre satisfação no trabalho e rotatividade, realizamos um estudo com o objetivo de verificar se a satisfação no trabalho dos médicos do PSF no município de São Paulo encontrava-se correlacionada à rotatividade destes profissionais. A análise foi realizada com dados referentes às Instituições Parceiras conveniadas com a Secretaria Municipal de Saúde para a implantação do Programa de Saúde da Família no município. Como resultado, a pesquisa confirmou a hipótese da existência de correlação negativa entre satisfação no trabalho e rotatividade. Os fatores de satisfação no trabalho que apresentaram maior correlação com a rotatividade foram capacitação, distância das unidades de saúde e disponibilidade de materiais e equipamentos para realizar as tarefas designadas. Este resultado foi comparado à percepção dos gerentes das Instituições Parceiras, quanto às suas hipóteses sobre os fatores que levavam à rotatividade dos médicos, e foram encontradas contradições entre os resultados obtidos. Ao final da pesquisa, uma nova hipótese foi formulada: a existência de correlação negativa entre o prestígio das Instituições Parceiras na área hospitalar e a rotatividade dos médicos. Esta hipótese foi confirmada, constituindo-se o prestígio da Instituição Parceira na área hospitalar o fator mais relevante encontrado na determinação da rotatividade dos médicos do PSF de São Paulo. | por |
| dc.language.iso | por | |
| dc.subject | Médico de família | por |
| dc.subject | Rotatividade | por |
| dc.subject | Satisfação no trabalho | por |
| dc.subject | Programa de Saúde da Família | por |
| dc.subject | Motivação | por |
| dc.title | Por que o médico não fica? Satisfação no trabalho e rotatividade dos médicos do Programa de Saúde da Família do Município de São Paulo | por |
| dc.type | Dissertation | eng |
| dc.subject.area | Administração pública | por |
| dc.contributor.unidadefgv | Escolas::EAESP | por |
| dc.subject.bibliodata | Recursos humanos na saúde pública | por |
| dc.subject.bibliodata | Mobilidade de mão-de-obra | por |
| dc.subject.bibliodata | Motivação no trabalho | por |
| dc.subject.bibliodata | Programa Saúde da Família (Brasil) | por |
| dc.subject.bibliodata | Serviços de saúde - São Paulo (SP) | por |