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dc.contributor.advisorSpink, Peter
dc.contributor.authorArashiro, Zuleika
dc.date.accessioned2010-04-20T20:53:43Z
dc.date.available2010-04-20T20:53:43Z
dc.date.issued2005-02-04
dc.identifier.citationARASHIRO, Zuleika. Preferências comerciais unilaterais: cooperação ou coerção? O caso do programa de preferências comerciais para os Andes. Dissertação (Mestrado em Administração Pública e Governo) - FGV - Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, 2005.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/2427
dc.description.abstractO princípio da não-discriminação no tratamento entre os membros da OMC é um dos pilares do sistema multilateral de comércio. Esta regra geral acomoda, entretanto, uma série de mecanismos de exceção, entre os quais a autorização para que os países concedam preferências comerciais de forma unilateral. Grande parte da literatura sobre os programas de preferências comerciais unilaterais tende a enfatizar os elementos puramente econômicos, sendo pouco explorados os aspectos políticos relacionados a estes programas. Este trabalho centra-se na análise do programa de preferências comerciais unilaterais, criado pela Andean Trade Preference Act de 1991, pelo qual os Estados Unidos concedem preferencias unilaterais à Bolívia, Colômbia, Equador e Peru. Apesar do seu objetivo oficial ser o auxílio à diversificação das exportações dos beneficiários e diminuição do cultivo de culturas ligadas à produção de drogas, a avaliação desenvolvida neste trabalho não identificou efeitos significativos do programa sobre a diversificação das exportações ou produção de coca e cocaína. Verifica-se, por outro lado, que embora não seja exigida reciprocidade dos beneficiários em matéria tarifária, os Estados Unidos vinculam a outorga a uma série de condicionalidades de natureza comercial e não-comercial, como propriedade intelectual, direitos trabalhistas e proteção aos investidores, as quais refletem interesses específicos norte-americanos. A conclusão do estudo é de que a importância da ATPA não pode ser explicada pelo aspecto estritamente comercial. A existência do programa e sua renovação em 2002 são mais compreensíveis quando o analisamos como um instrumento de política externa dos Estados Unidos, pelo qual este país estabelece vínculos comerciais como forma de exercício de coerção suave sobre os beneficiários.por
dc.language.isopor
dc.subjectRelações internacionaispor
dc.subjectOMCpor
dc.subjectPolítica externapor
dc.subjectComércio internacionalpor
dc.subjectPreferências comerciaispor
dc.titlePreferências comerciais unilaterais: cooperação ou coerção? O caso do programa de preferências comerciais para os Andespor
dc.typeDissertationeng
dc.subject.areaAdministração públicapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.subject.bibliodataComércio internacionalpor
dc.subject.bibliodataRelações internacionaispor
dc.subject.bibliodataRelações econômicas internacionaispor
dc.subject.bibliodataOrganização Mundial do Comérciopor
dc.subject.bibliodataAndes, Cordilheira dos (América do Sul) - Comércio exteriorpor


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