FGV Repositório Digital
    • português (Brasil)
    • English
    • español
      Acesse:
    • FGV Biblioteca Digital
    • FGV Periódicos científicos e revistas
  • português (Brasil) 
    • português (Brasil)
    • English
    • español
  • Entrar
Ver item 
  •   Página inicial
  • FGV EAESP - Escola de Administração de Empresas de São Paulo
  • FGV EAESP - CMAPG: Dissertações, Mestrado em Administração Pública e Governo
  • Ver item
  •   Página inicial
  • FGV EAESP - Escola de Administração de Empresas de São Paulo
  • FGV EAESP - CMAPG: Dissertações, Mestrado em Administração Pública e Governo
  • Ver item
JavaScript is disabled for your browser. Some features of this site may not work without it.

Navegar

Todo o repositórioComunidades FGVAutorOrientadorAssuntoTítuloDataPalavra-chaveEsta coleçãoAutorOrientadorAssuntoTítuloDataPalavra-chave

Minha conta

EntrarCadastro

Estatísticas

Ver as estatísticas de uso

O termo de parceria como instrumento de relação público/privado sem fins lucrativos: o difícil equilíbrio entre flexibilidade e controle

Thumbnail
Visualizar/Abrir
99380.pdf (526.8Kb)
Data
2007-02-12
Autor
Trezza, Valéria Maria
Orientador
Pacheco, Regina Silvia Viotto Monteiro
Metadados
Mostrar registro completo
Resumo
O presente trabalho consiste em um estudo qualitativo exploratório, com o objetivo geral de analisar se o Termo de Parceria, instrumento pelo qual as organizações sem fins lucrativos qualificadas como OSCIPs (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) podem se relacionar com o Poder Público, está cumprindo o objetivo de ser um mecanismo que proporciona ao Poder Público maior flexibilidade, com a garantia de controle, na transferência da provisão de serviços e implementação de políticas públicas para o setor sem fins lucrativos. A qualificação de OSCIP e o Termo de Parceria foram criados em 1999 pela Lei nº 9.790, dentro do cenário em que se discutiu a Reforma do Estado e o papel das organizações do Terceiro Setor como parceiras do Estado na provisão de serviços. A Reforma teve entre outros princípios, o de aumentar a eficiência dos serviços públicos, flexibilizar procedimentos e instituir novas formas de controle focadas na obtenção de resultados. Passados quase oito anos da criação do novo instrumento de parceria, fomos investigar quantos foram firmados, com quais órgãos, para quais objetivos, entre outras informações. Além disso, procuramos saber como o Termo de Parceria tem sido utilizado pelos órgãos públicos, na relação com as OSCIPs. Os dados mostram que está ocorrendo um crescimento, nos últimos anos, do número de Termos de Parceria firmados, mesmo que discreto. A princípio, a análise que fizemos da legislação que regula o instrumento parece indicar que ele dá conta do dilema flexibilidade versus controle, proporcionando um equilíbrio entre as duas demandas. No entanto, na prática, a utilização do Termo de Parceria parece apresentar problemas em solucionar o desafio da nova gestão pública e muitas das potenciais vantagens da lei ainda não estão sendo plenamente aproveitadas. Acreditamos que, entre outros fatores, isso ocorre pela insegurança dos gestores em utilizar um novo instrumento e pela estrutura de funcionamento e cultura dos órgãos.
URI
http://hdl.handle.net/10438/2406
Coleções
  • FGV EAESP - CMAPG: Dissertações, Mestrado em Administração Pública e Governo [457]
Áreas do conhecimento
Administração pública
Assunto
Associações sem fins lucrativos - Brasil
Organizações não-governamentais - Brasil
Parceria público-privada
Reforma administrativa - Brasil
Palavra-chave
Transformações do Estado e políticas públicas
Parceria
Terceiro setor
Reforma do Estado
OSCIP
Organizações sem fins lucrativos

DSpace software copyright © 2002-2016  DuraSpace
Entre em contato | Deixe sua opinião
Theme by 
@mire NV
 

 


DSpace software copyright © 2002-2016  DuraSpace
Entre em contato | Deixe sua opinião
Theme by 
@mire NV
 

 

Importar metadado