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dc.contributor.authorNeri, Marcelo Côrtes
dc.date.accessioned2018-04-13T19:36:42Z
dc.date.available2018-04-13T19:36:42Z
dc.date.issued2008-09-01
dc.identifier.citationNERI, Marcelo Côrtes. Jovens, educação, trabalho e o índice de felicidade futura. FGV Social: Rio de Janeiro, 2008.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/22012
dc.description.abstractO ponto de partida da pesquisa é a constatação que o brasileiro de 15 a 29 anos apresenta o nível mais alto de felicidade esperada cinco anos a frente dos jovens de 132 países pesquisados. Ser jovem seria na essência olhar para frente com positividade, esperar que o futuro seja melhor que o presente o que é confirmado pela trajetória descendente da felicidade ao longo do ciclo da vida. O Brasil justificaria os desígnios de "país do futuro" e de “país jovem” já que na média de todas as faixas etárias o brasileiro também é o que apresenta na média o maior Índice de Felicidade Futura. O Índice de Felicidade Futura (IFF) é o primeiro índice mundial produzido originalmente pelo Centro de Políticas Sociais. A pergunta-chave empreendida ao longo do estudo é: Haveria razão para otimismo por parte dos jovens? E na medida em que os jovens de hoje serão, em boa parte, quem comandará o Brasil de amanhã, haveria razão de positividade do brasileiro em relação ao seu futuro? Na verdade, a resposta às razões do paradoxo do alto Índice de Felicidade Futura (IFF) do brasileiro seria um grande SE condicionado aos avanços educacionais a serem obtidos. A segunda parte é uma espécie de metodologia Lego - o brinquedo de montar - explicando os pedaços das mudanças de renda do jovem brasileiro. Esta metodologia é simples, direta e usa ingredientes trabalhistas clássicos como escolaridade, retorno da educação, jornada, ocupação e participação. Esta metodologia integra em torno da renda do jovem estes diferentes componentes que em geral estão dispersos em análises isoladas. Desconstruímos através desta metodologia os pedaços da expansão trabalhista juvenil presente (2004 a 2008) a bem como da estagnação trabalhista pregressa (1992 a 2004). Mostramos que o importante papel desempenhado pelas variáveis educacionais em ambos períodos. O trabalho termina com dados locais, através de Índices de Juventude Educação e Trabalho (IJET) calculado a partir de informações recentes para cada município brasileiro, disponibilizadas no site www.fgv.br/cps/jovem/. O objetivo é informar o estado destes elementos da juventude para cada um dos municípios brasileiros com a letra fria dos números, sem comentários. Veja a pesquisa completa em <http://cps.fgv.br/pesquisas/jovens-educacao-trabalho-e-o-indice-de-felicidade-futura>.por
dc.language.isopor
dc.subjectFuturopor
dc.subjectFelicidadepor
dc.subjectJovenspor
dc.titleJovens, educação, trabalho e o índice de felicidade futurapor
dc.typeTechnical Reporteng
dc.subject.areaCiência políticapor
dc.subject.areaCiências sociaispor
dc.subject.areaEconomiapor
dc.subject.areaEducaçãopor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::SB-FGVpor
dc.subject.bibliodataCarreiras e oportunidadespor
dc.subject.bibliodataMercado de trabalhopor
dc.subject.bibliodataEducação - Aspectos econômicospor
dc.contributor.affiliationFGV
dc.rights.accessRightsopenAccesseng


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