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dc.contributor.authorPieranti, Octavio Penna
dc.contributor.authorMartins, Paulo Emílio Matos
dc.date.accessioned2018-04-06T13:19:10Z
dc.date.available2018-04-06T13:19:10Z
dc.date.issued2008-04-01
dc.identifier.citationRevista de Administração Pública. Fundação Getulio Vargas, v. 42, n. 2, p. 303-325, 2008.
dc.identifier.issn0034-7612
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/21738
dc.description.abstractBrazilian researchers in the administration field seldom debate communications policies. This article analyzes these policies in a historical perspective from 1964 to our days, using as sources academic and non-academic literature and the existing legislation. It focuses the broadcasting system and the press, based on principles and postulates considered essential to this sector, such as the independence of the press in relation to the state and its interests and participation in the construction of the communications infrastructure. This debate is divided in two original dimensions: technological, referring to the existing infrastructure, and informational, dependent on State regulation of free speech. The article concludes by calling attention to: the questionable character of the Brazilian media's independence; the ties between public and private actors and interests; and the intentional confusion between free press and free corporations.eng
dc.description.abstractPouco se tem debatido, no campo da pesquisa acadêmica em administração, as políticas públicas para as comunicações no Brasil. Este artigo analisa essas políticas de acordo com uma perspectiva histórica a partir de 1964 até o presente, utilizando como fonte trabalhos acadêmicos, não-acadêmicos e o manancial legal existente. Tem como focos, dentro do âmbito das comunicações, a radiodifusão e a mídia impressa. A análise foi feita com base em princípios e postulados tidos como essenciais: ao funcionamento do setor, como a independência da imprensa em relação ao Estado; a interesses privados e a participação que esse ator tem na formação da infra-estrutura necessária às comunicações. Assim, o debate se divide em duas dimensões originais: a tecnológica, referente à montagem da infra-estrutura existente; e a informacional, dependente da regulação da liberdade de expressão pelo Estado. As considerações finais apontam para o caráter questionável da independência da mídia brasileira; a vinculação entre atores e interesses públicos e privados; e a confusão proposital entre liberdade de imprensa e de empresa.por
dc.language.isopor
dc.publisherFundação Getulio Vargas
dc.relation.ispartofseriesRevista de Administração Pública
dc.sourceSciELO
dc.subjectPublic policieseng
dc.subjectThe presseng
dc.subjectBroadcastingeng
dc.subjectPolíticas públicaspor
dc.subjectImprensapor
dc.subjectRadiodifusãopor
dc.titlePolíticas públicas para as comunicações no Brasil: adequação tecnológica e liberdade de expressãopor
dc.title.alternativeCommunications public policies in Brazil: technological adjustment and free speecheng
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaAdministração públicapor
dc.subject.bibliodataPolíticas públicaspor
dc.subject.bibliodataImprensapor
dc.contributor.affiliationFundação Getúlio Vargas - FGV
dc.contributor.affiliationUniversidade Federal do Rio de Janeiro
dc.identifier.doi10.1590/S0034-76122008000200005
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.fileS0034-76122008000200005.pdf
dc.identifier.scieloS0034-76122008000200005


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