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dc.contributor.authorGomes, Fábio Augusto Reis
dc.date.accessioned2018-04-06T13:17:58Z
dc.date.available2018-04-06T13:17:58Z
dc.date.issued2004-09-01
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Economia. Fundação Getúlio Vargas, v. 58, n. 3, p. 381-402, 2004.
dc.identifier.issn0034-7140
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/21583
dc.description.abstractThis article analyzes the behavior of aggregate consumption series in Brazil. As usual, the random walk hypothesis of consumption, derived theoretically from the life cycle/permanent income and rational expectations hypothesis (PIH), is tested. The Beveridge e Nelson (1981) decomposition indicates that the consumption series has a stochastic trend and a cyclical stationary component, incompatible with the PIH. This result is in line with Reis et alii (1998), who concluded that a large fraction of Brazilian people is credit constrained, which generates a common cycle between consumption and income. Following, we introduce habit formation in the preference of a representative consumer in order to attempt to produce a process of consumption compatible with the empirical evidence. However, such a process does not prove itself statistically significant amidst the possibility of credit constraint consumers.eng
dc.description.abstractEste artigo analisa a série de consumo agregado do Brasil. Como usual, investiga-se, primeiramente, a aplicabilidade da hipótese do passeio aleatório do consumo, derivada teoricamente a partir das hipóteses de ciclo de vida/renda permanente e expectativas racionais (TRP). Utilizando a decomposição de Beveridge e Nelson (1981) verificamos que o consumo apresenta, além de uma tendência estocástica, uma parte cíclica estacionaria, o que não é compatível com a TRP. Este resultado está em conformidade com o resultado de Reis et alii (1998) de que grande parte da população brasileira está restrita a consumir sua renda corrente, existindo um ciclo comum entre consumo e renda. Em uma tentativa de gerar um processo estocástico para o consumo compatível com a evidência empírica introduzimos formação de hábito nas preferências de um consumidor representativo. No entanto, o processo daí derivado não se mostrou significativo diante da possibilidade dos consumidores serem restritos à liquidez.por
dc.language.isopor
dc.publisherFundação Getúlio Vargas
dc.relation.ispartofseriesRevista Brasileira de Economia
dc.sourceSciELO
dc.subjectConsumopor
dc.subjectRendapor
dc.subjectTeoria da renda permanentepor
dc.subjectFormação de hábitopor
dc.subjectRestrição à liquidezpor
dc.titleConsumo no Brasil: teoria da renda permanente, formação de hábito e restrição à liquidezpor
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.subject.bibliodataRendapor
dc.subject.bibliodataConsumo (Economia)por
dc.contributor.affiliationFundação Getúlio Vargas - FGV
dc.contributor.affiliationCentro de Pesquisa em Economia Internacional
dc.identifier.doi10.1590/S0034-71402004000300004
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.fileS0034-71402004000300004.pdf
dc.identifier.scieloS0034-71402004000300004


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