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dc.contributor.authorTeixeira, Sônia Maria Fleury
dc.date.accessioned2018-04-06T13:17:57Z
dc.date.available2018-04-06T13:17:57Z
dc.date.issued2009-06-01
dc.identifier.citationCiência & Saúde Coletiva. ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva, v. 14, n. 3, p. 743-752, 2009.
dc.identifier.issn1413-8123
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/21581
dc.description.abstractThe article presents the trajectory of social policies in Brazil and identifies, at each stage, the existing social protection model. It affirms that the Federal Constitution of 1988, when it introduced the concept of Social Security and created the National Health Care System, represented a rupture with what came before. The subordination of the principles of justice and social inclusion, which guided the design of this new social protection model, to a liberal and monetarist policy had important impacts in the phase of implementation of the social policies. However, the dilemma that such policies go through and, in particular, the construction of the National Health Care System must be analyzed from a theoretical perspective that encompasses the agreements and disagreements between the three movements that characterize Brazilian Sanitary Reform, which are: subjectivation, constitutionalization and institutionalization.eng
dc.description.abstractO artigo apresenta a trajetória das políticas sociais no Brasil e identifica, em cada etapa, o modelo de proteção social vigente. Afirma que a Constituição Federal de 1988, ao introduzir o conceito de Seguridade Social e criar o Sistema Único de Saúde, representou uma ruptura com o modelo tanto de Estado quanto de cidadania anteriores, em resposta à mobilização social que a antecedeu. A subordinação dos princípios de justiça e inclusão social, que orientaram o desenho desse novo padrão de proteção social, a uma política liberal e monetarista, tiveram importantes impactos na fase de implementação das políticas sociais. No entanto, os dilemas que atravessam tais políticas e, em particular, a construção do sistema único de saúde devem ser analisadas sob uma perspectiva teórica que compreende as convergências e divergências entre os três movimentos que caracterizaram a Reforma Sanitária brasileira, quais são: a subjetivação, a constitucionalização e a institucionalização.por
dc.language.isopor
dc.publisherABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
dc.relation.ispartofseriesCiência & Saúde Coletiva
dc.sourceSciELO
dc.subjectSanitary reformeng
dc.subjectSocial policyeng
dc.subjectCitizenshipeng
dc.subjectRight to healtheng
dc.subjectNational health care systemeng
dc.subjectReforma sanitáriapor
dc.subjectPolítica socialpor
dc.subjectCidadaniapor
dc.subjectDireito à saúdepor
dc.subjectSistema Único de Saúdepor
dc.titleReforma sanitária brasileira: dilemas entre o instituinte e o instituídopor
dc.title.alternativeBrazilian sanitary reform: dilemmas between the instituing and the institutionalizedeng
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaAdministração públicapor
dc.subject.bibliodataCidadaniapor
dc.subject.bibliodataReforma sanitáriapor
dc.subject.bibliodataSaúde públicapor
dc.subject.bibliodataBrasil - Política socialpor
dc.contributor.affiliationFundação Getúlio Vargas - FGV
dc.identifier.doi10.1590/S1413-81232009000300010
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.fileS1413-81232009000300010.pdf
dc.identifier.scieloS1413-81232009000300010


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