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dc.contributor.authorArguelhes, Diego Werneck
dc.contributor.authorRibeiro, Leandro Molhano
dc.date.accessioned2018-04-06T13:15:34Z
dc.date.available2018-04-06T13:15:34Z
dc.date.issued2016-08-01
dc.identifier.citationRevista Direito GV. Fundação Getulio Vargas, Escola de Direito de São Paulo, v. 12, n. 2, p. 405-440, 2016.
dc.identifier.issn1808-2432
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/21225
dc.description.abstractThe Brazilian Supreme Federal Court (STF) occupies a central role in the national political process. The court´s decisions have been the last official word on many key constitutional controversies, and it has increasingly asserted its own powers to solve political and moral conflicts, even against majoritarian decisions. This scenario, however, is very different from the 90s, when the court was much less relevant in national politics. In this paper, we engage with and try to map this process of institutional transformation by analyzing and contrasting the court that the constitution created in its original text, and the court that the Justices themselves have recreated, by means of institutional practices and constitutional interpretation of their own powers. We will explore some of the implications of the institutional transformations driven by the court itself, by identifying a set of new trends in the ways by which the court participates in the national political process. The paper concludes by arguing that, instead of acting just as a veto point to majoritarian decisions (that is, as a third legislative chamber), the court has been signaling its willingness to accept (and to rule on) cases in which it will be forced to act as a first legislative chamber.eng
dc.description.abstractAtualmente, o Supremo Tribunal Federal (STF) ocupa hoje posição central no processo político nacional. Suas decisões são a última palavra oficial sobre os temas a que se referem, concentrando poderes para resolver conflitos políticos e morais, para além das esferas majoritárias. Esse cenário, porém, é muito diferente dos anos 1990, quando o STF não ocupava posição tão destacada na política brasileira. Neste artigo, discutiremos essa configuração do poder e do papel do STF por meio de análises do tribunal que a constituinte criou, mas também do que os ministros criaram por meio de práticas institucionais e interpretações de seus próprios poderes. Exploraremos algumas consequências mais recentes da manifestação do próprio poder conferido ao STF nesse processo de reconfiguração institucional, delineando, de maneira preliminar, novas tendências na forma de atuação política do tribunal. Argumentamos, também, que, em vez de atuar apenas como ponto de veto a decisões majoritárias, como câmara revisora do que faz o Congresso, o tribunal já sinalizou disposição para receber (e aceitar) provocações para funcionar como uma espécie de primeira câmara legislativa.por
dc.language.isopor
dc.publisherFundação Getulio Vargas, Escola de Direito de São Paulo
dc.relation.ispartofseriesRevista Direito GV
dc.sourceSciELO
dc.subjectSupreme Federal Courteng
dc.subjectInstitutional designeng
dc.subjectJudicial decision-makingeng
dc.subjectJudicial behavioreng
dc.subjectSupremo Tribunal Federalpor
dc.subjectDesenho institucionalpor
dc.subjectProcesso decisório judicialpor
dc.subjectComportamento judicialpor
dc.titleCriatura e/ou criador: transformações do Supremo Tribunal Federal sob a Constituição de 1988por
dc.title.alternativeCreature and/or creator: the Brazilian Supreme Court's transformations under the 1988 Constitutioneng
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaDireitopor
dc.subject.bibliodataBrasil. Supremo Tribunal Federalpor
dc.subject.bibliodataPoder judiciáriopor
dc.contributor.affiliationFundação Getúlio Vargas - FGV
dc.identifier.doi10.1590/2317-6172201617
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.fileS1808-24322016000200405.pdf
dc.identifier.scieloS1808-24322016000200405


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