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dc.contributor.authorBendassolli, Pedro Fernando
dc.date.accessioned2018-04-06T13:12:32Z
dc.date.available2018-04-06T13:12:32Z
dc.date.issued2009-12-01
dc.identifier.citationRevista de Administração de Empresas. Fundação Getulio Vargas, Escola de Administração de Empresas de S.Paulo, v. 49, n. 4, p. 387-400, 2009.
dc.identifier.issn0034-7590
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/20811
dc.description.abstractThe purpose of this article is to analyze the reconstruction of the subject-work relationship found in emerging career models emerging from the confluence of sociological, psychological and managerial traditions. We use the term reconstruction because these models share a common spirit of the times that became widespread over the past four decades and consists in emphasizing the weakening, precarization, disassembly and consequent need for transformation of traditional career models, seated on a concept of employment that is a heirloom from the industrial society. We introduce and analyze the central assumptions of eight emerging career models and, based on them, investigate how the subject, work and organizations are re-worked in response to the de-institutionalization of work that took place as they were proposed. We conclude by proposing that emerging career models are discursive devices whose criticism may yield valuable information on the ambiguities and contradictions surrounding work today.eng
dc.description.abstractNosso objetivo neste artigo é analisar a recomposição da relação sujeito-trabalho presente em modelos emergentes de carreira concebidos na confluência de tradições sociológicas, psicológicas e gerenciais. Utilizamos o termo recomposição, pois esses modelos têm em comum a partilha de um humor de época que se generalizou especialmente nos últimos quarenta anos, consistindo em enfatizar a fragilização, a precarização, a desmontagem e a consequente necessidade de transformação dos modelos de carreira tradicionais, calcados em torno da noção de emprego herdada da sociedade industrial. Apresentamos e analisamos os pressupostos centrais de oito modelos emergentes de carreira e questionamos como, a partir deles, sujeito, trabalho e organizações são reelaborados em resposta à desinstitucionalização do emprego observada no mesmo período em que eles foram propostos. Concluímos propondo que os modelos emergentes de carreira são dispositivos discursivos cuja crítica pode nos trazer informações valiosas sobre as ambiguidades e tensões do trabalho na atualidade.por
dc.language.isopor
dc.publisherFundação Getulio Vargas, Escola de Administração de Empresas de S.Paulo
dc.relation.ispartofseriesRevista de Administração de Empresas
dc.sourceSciELO
dc.subjectCareereng
dc.subjectCareer modelseng
dc.subjectMeaning of workingeng
dc.subjectIndividual and organizationeng
dc.subjectProfessional identityeng
dc.subjectCarreirapor
dc.subjectModelos de carreirapor
dc.subjectSignificado do trabalhopor
dc.subjectIndivíduo e organizaçãopor
dc.subjectIdentidade profissionalpor
dc.titleRecomposição da relação sujeito-trabalho nos modelos emergentes de carreirapor
dc.title.alternativeReconstruction of the subject-work relationship in the emerging models of careereng
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.subject.bibliodataCarreiras - Planejamentopor
dc.subject.bibliodataTrabalho - Aspectos psicológicospor
dc.contributor.affiliationFundação Getúlio Vargas - FGV
dc.identifier.doi10.1590/S0034-75902009000400003
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.fileS0034-75902009000400003.pdf
dc.identifier.scieloS0034-75902009000400003


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