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dc.contributor.authorStuenkel, Oliver
dc.date.accessioned2018-04-06T13:12:27Z
dc.date.available2018-04-06T13:12:27Z
dc.date.issued2010-12-01
dc.identifier.citationContexto Internacional. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais, v. 32, n. 2, p. 519-561, 2010.
dc.identifier.issn0102-8529
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/20800
dc.description.abstractIn order to understand how we can explain rising powers' behavior towards international institutions, this article analyzes the case of Brazil, India and the Non-Proliferation Treaty (NPT) in more depth and shows that neither realists nor liberal institutionalists can fully explain both countries' behavior. In the article it is argued that status and identity, both largely overlooked by realism and liberalism, play a key role. Both Brazil and India share a fundamental conviction that they are 'great powers' (or on their way to becoming one), and their decision to integrate into a particular institution depends on this institutions' ability to confer status on the emerging powers that is compatible with the rising powers' identity. As the example of the NPT shows, status and identity override other, more commonly accepted determinants for states' behavior such as security concerns.eng
dc.description.abstractA fim de se entender como podemos explicar o comportamento das potências emergentes diante das instituições internacionais, este artigo analisa o caso de Brasil, Índia e do Tratado de Não Proliferação com maior profundidade e mostrar que nem os realistas nem os institucionalistas liberais podem explicar plenamente o comportamento de ambos os países. Argumenta-se, no artigo, que status e identidade, ambos amplamente negligenciados pelo realismo e pelo liberalismo, desempenham um papel-chave. Tanto o Brasil quanto a Índia compartilham uma convicção fundamental de que são grandes potências (ou estão no caminho de se tornarem uma), e sua decisão de integrar uma instituição particular depende da habilidade dessa instituição em conferir um status às potências emergentes que seja compatível com a identidade das potências emergentes. Como mostra o exemplo do TNP, status e identidade superam outros determinantes mais comumente aceitos para o comportamento dos Estados, como as preocupações com segurança.por
dc.language.isopor
dc.publisherPontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
dc.relation.ispartofseriesContexto Internacional
dc.sourceSciELO
dc.subjectIdentityeng
dc.subjectBrazileng
dc.subjectIndiaeng
dc.subjectNon-Proliferation Treatyeng
dc.subjectIdentidadepor
dc.subjectBrasilpor
dc.subjectÍndiapor
dc.subjectTratado de Não Proliferaçãopor
dc.titleIdentidade, status e instituições internacionais: o caso do Brasil, da Índia e do tratado de não proliferaçãopor
dc.title.alternativeIdentity, status and international institutions: the case of Brazil, India and the non-proliferation treatyeng
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaCiência políticapor
dc.subject.bibliodataTratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (1968)por
dc.subject.bibliodataPolítica nuclearpor
dc.contributor.affiliationFundação Getúlio Vargas - FGV
dc.identifier.doi10.1590/S0102-85292010000200008
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.fileS0102-85292010000200008.pdf
dc.identifier.scieloS0102-85292010000200008


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