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Quem faz gestão de risco?: uma análise empírica dos determinantes de gestão de risco em companhias não-financeiras na Bolsa de Valores de São Paulo

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silviamontes.pdf (200.9Kb)
Data
2008-02-12
Autor
Batista, Silvia Paula Lopes Munhóz Montes
Orientador
Sheng, Hsia Hua
Metadados
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Resumo
O objetivo da pesquisa consiste em identificar os fatores determinantes à utilização de derivativos por empresas não financeiras listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A principal contribuição aos estudos já publicados sobre esse tema consiste na avaliação, se estrutura de propriedade e/ou motivos gerenciais influenciam as estratégias de redução do risco da firma. Foram coletados dados de 125 empresas de capital aberto referente ao período 2006, sendo que destas empresas, 82 apresentam níveis diferenciados de boas práticas de governança corporativa (Nível 1, Nível 2 ou Novo Mercado). Através do modelo de variáveis binárias Logit, identificaram-se as seguintes evidências: grau de endividamento, valor de mercado da companhia e concentração de propriedade estão positivamente relacionadas com a utilização de derivativos. Já a adoção de políticas financeiras alternativas, mensurada pelo índice de liquidez seca, apresenta relação negativa. Características como 'existência de programas de opções de ações' e 'idade', 'tempo de empresa' e 'prazo de mandato do diretor financeiro' não se mostraram estatisticamente significantes.
 
This paper investigates, what determines the use of derivatives by the non-financial companies listed in São Paulo Stock Exchange (BOVESPA). To our knowledge, no prior study in Brazil analyzed risk management under the perspective of managerial risk aversion and agency theory. This is our main contribution to academic study. In this research, 125 listed companies were selected, from which 82 present good levels of corporate governance (named as “Nível 1”, “Nível 2” or “Novo Mercado”). The selected period corresponds to calendar year 2006. Through the binary response model, logit, we found following statistically significant results: positive relation between derivative use and the variables firm’s leverage, market value and outside control blocks and negative relation with firm’s quick-ratio. Existence of stock option programs or characteristic as CFO´s age, CFO´s years vested in the firm or tenure of firm´s CFO´s were not relevant for determining risk management strategies in the companies.
 
URI
http://hdl.handle.net/10438/2064
Coleções
  • FGV EESP - MPFE: Dissertações, Mestrado Profissional em Finanças e Economia [999]
Áreas do conhecimento
Economia
Assunto
Administração de risco
Derivativos (Finanças)
Palavra-chave
Risk management
Derivatives use
Ownership structure
Managerial risk aversion
Agency theory
Gestão de risco
Estrutura de propriedade
Aversão ao risco
Uso de derivativos

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