| dc.contributor.author | Cysne, Rubens Penha | |
| dc.date.accessioned | 2018-01-09T11:53:35Z | |
| dc.date.available | 2018-01-09T11:53:35Z | |
| dc.date.issued | 1999-09 | |
| dc.identifier.citation | CYSNE, R. P. Banco, compulsórios e imposto inflacionário no Brasil. Rev. Conj. Econômica, p. 12-14, set. 1999. | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10438/19592 | |
| dc.description.abstract | No Brasil, os compulsórios eram elevados antes do Real para que o setor público se apropriasse das transferências inflacionárias obtidas pelos Bancos. E, imediatamente após o Real, para que o setor público se apropriasse da elevação de senhoriagem. Já era tempo, entretanto, de estes compulsórios terem sido reduzidos, para ajudar na redução do spread bancário. A abordagem fiscalista (acima descrita) não faz mais sentido, desde a queda da inflação. Controle fino da oferta monetária (como pensou Friedman ao defender compulsórios de 100%) também pertence ao passado. Hoje em dia o curto prazo da política monetária baseia-se no juro interbancário. Os compulsórios sobre depósitos à vista são ainda bem mais elevados no Brasil do que nos países desenvolvidos. Não há motivo. | por |
| dc.language.iso | por | |
| dc.publisher | Revista Conjuntura Econômica | por |
| dc.subject | Imposto | por |
| dc.title | Banco, compulsórios e imposto inflacionário no Brasil | por |
| dc.type | Article (Journal/Review) | eng |
| dc.subject.area | Economia | por |
| dc.subject.area | Finanças | por |
| dc.contributor.unidadefgv | Escolas::EPGE | por |
| dc.subject.bibliodata | Política econômica | por |
| dc.subject.bibliodata | Inflação e imposto | por |
| dc.subject.bibliodata | Bancos - Brasil | por |
| dc.contributor.affiliation | FGV | |
| dc.rights.accessRights | openAccess | eng |