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dc.contributorCentro de Estudos em Sustentabilidade (GVces)
dc.contributorInternational Finance Corporation (IFC)
dc.date.accessioned2017-07-28T17:36:40Z
dc.date.available2017-07-28T17:36:40Z
dc.date.issued2016
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/18544
dc.description.abstractGrandes obras de infraestrutura historicamente orientaram a ocupação da região amazônica com efeitos sobre a organização espacial do território e a conversão de florestas. Ainda hoje, grandes empreendimentos convivem com especulação de terras e elevadas taxas de migração, que acabam por gerar maior pressão sobre os recursos naturais locais, com consequências para a biodiversidade local. A conquista da desaceleração do ritmo de desmatamento nos últimos 12 anos impõem aos empreendimentos contemporâneos a responsabilidade extra de não contribuírem para a retomada da devastação florestal. Projetos hidrelétricos especificamente dependem da floresta para sua própria viabilidade operacional, sob pena de comprometimento da oferta de água. Assim, faz-se necessário um ordenamento territorial que organize as frentes de migração e determine a destinação de áreas de vocação produtiva ou para conservação e manejo.por
dc.language.isopor
dc.publisherCentro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces)
dc.relation.ispartofseriesGrandes obras na Amazônia: aprendizados e diretrizespor
dc.subjectDesenvolvimento sustentável - Amazôniapor
dc.subjectPlanejamento regionalpor
dc.subjectDesenvolvimento regionalpor
dc.subjectBiodiversidadepor
dc.titleResumo das discussões: ordenamento territorial e biodiversidadepor
dc.typeTechnical Reporteng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.subject.bibliodataDesenvolvimento sustentável - Amazôniapor
dc.subject.bibliodataPlanejamento regionalpor
dc.subject.bibliodataDesenvolvimento regionalpor
dc.subject.bibliodataBiodiversidadepor


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