An essay on self-enforcing debt
Abstract
Nós analisamos incentivos de repagamento em uma economia competitiva de horizonte infinito onde os agentes não podem se comprometer com contratos financeiros. Nós seguimos Bulow e Rogoff (1989) ao assumir que um agente que deu default é excluído da possibilidade de empréstimo para sempre mas mantém a possibilidade de poupança. Hellwig e Lorenzoni (2009) fornecem um importante resultado de caracterização ao mostrarem que limites à dívida endógenos são auto-sustentados e não muito restritos se, e somente se, eles formam uma bolha racional no sentido que podem ser exatamente rolados até o infinito. Nossa contribuição é técnica. Nós provemos uma prova rigorosa e correta desse resultado sem impor nenhuma condição ad-hoc nos limites à dívida endógenos. Nesse sentido, nós estendemos o resultado de Bidian e Bejan (2014). We analyze repayment incentives in an infinite horizon competitive economy where agents cannot commit to financial contracts. We follow Bulow and Rogoff (1989) by assuming that a defaulting agent is excluded from borrowing forever but keeps the ability to save. Hellwig and Lorenzoni (2009) provide an important characterization result by showing that endogenous debt limits are self-enforcing and not-too-tight if, and only if, they form a rational bubble in the sense that they can be exactly rolled over at infinity. Our contribution is technical. We provide a rigorous and correct proof of this result without imposing any ad-hoc assumption on the endogenous debt limits. In that respect, we extend the result in Bidian and Bejan (2014).


