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dc.contributor.authorSanvicente, Antonio Zoratto
dc.date.accessioned2017-03-07T13:45:03Z
dc.date.available2017-03-07T13:45:03Z
dc.date.issued2017
dc.identifier.siciTD 446
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/18015
dc.description.abstractEm 15 de dezembro de 1976, nova lei das sociedades por ações (S.As.) introduziu, entre outras inovações, a exigência de distribuição mínima obrigatória de resultados anuais ('dividendo mínimo obrigatório'). O presente trabalho considera, como referência conceitual, a chamada teoria residual da política de dividendos, segundo a qual os dividendos são determinados pelo que sobraria após a otimização de decisões tanto de investimento quanto de financiamento. Com o dividendo mínimo obrigatório, introduziu-se uma restrição a esse comportamento por parte das empresas. É testada a hipótese de que a restrição afetou o nível de investimento das empresas, o que é parcialmente confirmado por um termo de interação com o de pagamento de dividendos. É usado um enfoque de 'diferenças em diferenças', com dados contábeis de 233 companhias abertas no período de 1973 a 1980.por
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofseriesEESP - Textos para Discussão;TD 446por
dc.subjectPolítica de dividendospor
dc.subjectTeoria residualpor
dc.subjectLei das sociedades por açõespor
dc.titleTeoria residual da política de dividendos: um experimento naturalpor
dc.typeWorking Papereng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EESPpor
dc.subject.bibliodataDividendospor
dc.subject.bibliodataCapital (Economia)por
dc.subject.bibliodataSociedades por açõespor


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