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dc.contributorFundação Getulio Vargas. Diretoria de Análise de Políticas Públicas
dc.contributor.authorDuarte, Alessandra
dc.date.accessioned2016-10-31T18:49:18Z
dc.date.available2016-10-31T18:49:18Z
dc.date.issued2016-10-31
dc.identifier.citationDUARTE, A. Rio tem acesso desigual a metrô e BRT. O Globo, Rio de Janeiro, p. 6, 29 out. 2016.
dc.identifier.citationDUARTE, A. Moradores do Rio têm acesso desigual a metrô e BRT. O Globo Online, Rio de Janeiro, 29 out. 2016. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/brasil/moradores-do-rio-tem-acesso-desigual-metro-brt-20381290>.
dc.identifier.citationDUARTE, A. Moradores do Rio têm acesso desigual a metrô e BRT. Extra Online, Rio de Janeiro, 29 out. 2016. Disponível em: <http://extra.globo.com/noticias/brasil/moradores-do-rio-tem-acesso-desigual-metro-brt-20381324.html>.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/17395
dc.description.abstractMorador da Zona Oeste compromete até 64% da renda com transporte, contra menos de 3% do de Ipanema. RIO — A desigualdade na cidade do Rio passa pelos trilhos do metrô. Enquanto os moradores no entorno da estação Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, Zona Sul, comprometem menos de 3% da sua renda mensal média de R$ 8.561 com a passagem do metrô, quem mora nos arredores da estação Acari/Fazenda Botafogo, na Zona Norte, tem 25,6% da sua renda média de R$ 703 comprometidos com esse transporte. No BRT, a disparidade aumenta: moradores da área da estação Golfe Olímpico da Transoeste, na região da Praia da Reserva, comprometem 1,11% da sua renda média de R$ 15.078 com o BRT. Já para o morador do entorno da estação da Transoeste na Vila Paciência, comunidade em Santa Cruz, esse percentual vai para 35,2% da sua renda média de R$ 473. Os moradores da Vila Paciência também são os que mais comprometem sua renda mensal (64,9%) quando se analisa o bilhete de integração entre metrô e BRT — pensado justamente para representar economia para a população. Os dados são parte de estudo inédito feito pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV-Dapp) numa parceria com O GLOBO para as eleições deste ano. O levantamento viu a renda de pessoas que moram num raio de até 800 metros de cada estação, distância baseada no tempo que, segundo especialistas da área de transportes, as pessoas estão dispostas a andar para chegar aos chamados transportes de alta capacidade. Para medir a renda, examinou quanto uma pessoa gasta com transporte quando não tem um empregador para arcar com aquele custo. Com supervisão geral de Marco Aurelio Ruediger, diretor da Dapp, a pesquisa foi coordenada por Janaina Fernandes e teve a participação dos pesquisadores Miguel Orrillo, Bárbara Barbosa e Margareth da Luz. — Apesar de ver a renda que vai para o transporte, não é um estudo que pretende abordar a tarifa, mas, sim, o acesso ao Rio e a locais do município onde há, por exemplo, mais ofertas de empregos e de bens culturais. Há um acesso desigual à cidade. Nesse sentido, a integração (entre BRT e metrô) também acaba sendo desigual — afirma Janaina Fernandespor
dc.language.isopor
dc.subjectMobilidadepor
dc.subjectCidadespor
dc.titleMoradores do Rio têm acesso desigual a metrô e BRTpor
dc.typeArticleeng
dc.subject.areaCiência políticapor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::DAPPpor
dc.subject.bibliodataPolítica de transporte urbano - Rio de Janeiro (RJ)por


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