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dc.contributorFundação Getulio Vargas. Diretoria de Análise de Políticas Públicas
dc.contributor.authorCouto, Marlen
dc.date.accessioned2016-10-31T17:56:59Z
dc.date.available2016-10-31T17:56:59Z
dc.date.issued2016-10-31
dc.identifier.citationCOUTO, M. 'Eleitor de ninguém' pode bater recorde. O Globo Online, 30 out. 2016. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/brasil/eleitor-de-ninguem-pode-bater-recorde-20383074>.
dc.identifier.citationCOUTO, M. 'Eleitor de ninguém' pode bater recorde. O Globo Online, 30 out. 2016. Disponível em: <http://extra.globo.com/noticias/brasil/eleitor-de-ninguem-pode-bater-recorde-20383102.html>.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/17394
dc.description.abstractAs duas campanhas tentaram, mas os Marcelos que disputam hoje a prefeitura do Rio não conseguiram mobilizar parte expressiva do eleitorado. As pesquisas divulgadas ao longo do segundo turno indicam que o percentual dos que pretendem votar em branco ou nulo se manteve estável e promete bater recorde neste domingo. Somado a isso, há uma tendência de que aumentem as abstenções, incentivadas, entre outros fatores, pelo feriado do Dia do Servidor Público. Para o diretor de Análise de Políticas Públicas da FGV Marco Aurélio Ruediger, as campanhas acirradas e sem debate de propostas reforçaram visões de mundo dos eleitores já conquistados, ancorados pela religião, de um lado, e pela crítica de esquerda capitaneada pelo PSOL, do outro. — Não conseguiram mover quem vai votar nulo. A artilharia pesada paralisou o processo — avalia. O pesquisador da FGV defende que, nesta eleição, o que está em jogo é o quão confiáveis podem ser os postulantes ao cargo. A alta da rejeição a todas as candidaturas, então, soa como um sinal de alerta à classe política. Na sua avaliação, também enseja uma grande responsabilidade: — O que vai definir uma crise ainda mais aguda será a resposta que será dada na próxima gestão. Se a resposta for ruim, vai agravar ainda mais essa decepção com a política. Vai depender de como vão se desenvolver as políticas públicas a partir do ano que vem — afirma Ruediger. O professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Rafael da Silva, especialista em participação eleitoral, ressalta que esse eleitor é aquele que está totalmente insatisfeito e utiliza o voto como forma de protesto: — Os últimos anos foram turbulentos e nossa classe política deixou a desejar como um todo. Os partidos têm se deslocado da sociedade e cada vez mais o voto tende a ser canal de voz das insatisfações — conclui o professor da Universidade de Maringá.por
dc.language.isopor
dc.subjecteleiçõespor
dc.titleEleitor de ninguém' pode bater recordepor
dc.title.alternativeEleitor de ninguém pode bater recordepor
dc.typeArticleeng
dc.subject.areaCiência políticapor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::DAPPpor
dc.subject.bibliodataEleições locais - Rio de Janeiro (RJ)por
dc.subject.bibliodataBrasil - Política e governopor


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