| dc.description.abstract | No Atlas da Violência e no Mapa da Violência, constam apenas dados sobre perfil dos homicídios cometidos no Brasil. Não há informações sobre a população carcerária. No Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias, existem informações mais detalhadas sobre os presos, porém nenhuma que aponte seu bairro de residência antes do encarceramento. Procurada, a assessoria do candidato Marcelo Crivella não retornou as ligações de Aos Fatos nem respondeu mensagens de texto enviadas logo após o término do debate. No entanto, Aos Fatos apurou que a provável fonte de informação do candidato é o estudo 'Denúncia, Crime e Castigo', publicado pela FGV/DAPP no último dia 29. O levantamento cita dados carcerários do Rio distribuídos por bairro. Segundo a FGV, entre 1º de janeiro de 2015 a 31 de julho de 2015, 45% dos presos declaram residir na zona norte (incluindo Tijuca) e 33,8% declaram morar na zona oeste (incluindo Barra da Tijuca e Jacarepaguá). As zonas central e sul eram residência de 13,2% e 8% dos presos, respectivamente. Com isso, é possível afirmar que, em número absolutos, as zonas oeste e norte são o principal endereço de origem de apenados. A questão é que essas mesmas regiões abrigam quase 70% da população carioca; é lógico, portanto, que a maior quantidade de encarcerados tenha origem nesses locais. O estudo da FGV utilizou informações da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, do Instituto de Segurança Pública e do Disque Denúncia. Na pesquisa, são apresentados apenas os dados por bairro. | por |