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dc.contributor.authorFundação Getulio Vargas. Diretoria de Análise de Políticas Públicas
dc.date.accessioned2016-10-11T17:39:09Z
dc.date.available2016-10-11T17:39:09Z
dc.date.issued2016-09-10
dc.identifier.citationO EQUÍVOCO da proibição de doações de empresas na eleição. O Globo, Rio de Janeiro, p. 16, 8 out. 2016.
dc.identifier.citationO EQUÍVOCO da proibição de doações de empresas na eleição. O Globo Online, 8 out. 2016. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/o-equivoco-da-proibicao-de-doacoes-de-empresas-na-eleicao-20257319>.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/17246
dc.description.abstractFoi vasta a coleção de mecanismos, novos ou aperfeiçoados, que os esquemas de financiamento fora do controle da Justiça eleitoral usaram no jogo eleitoral este ano. Mesmo as empresas, em tese alijadas do financiamento, encontraram meios de burlar a fiscalização (e com o mesmo predomínio de empreiteiras verificado em eleições anteriores). No Rio, por exemplo, um levantamento da Fundação Getúlio Vargas mostrou que de 59 grandes doadores para os candidatos a prefeito, somente um não tinha alto cargo na iniciativa privada. Sócios, diretores, executivos usaram os respectivos CPFs para fazer vultosos repasses aos partidos. A evidência de que esse dinheiro não saiu de seus salários é gritante.por
dc.language.isopor
dc.subjecteleiçõespor
dc.subjectOrçamentopor
dc.titleO equívoco da proibição de doações de empresas na eleiçãopor
dc.typeArticleeng
dc.subject.areaAdministração públicapor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::DAPPpor
dc.subject.bibliodataIlegalidade - Financiamentopor
dc.subject.bibliodataBrasil - Política e governopor
dc.subject.bibliodataEleições locaispor


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