| dc.contributor.advisor | Pessôa, Samuel de Abreu | |
| dc.contributor.author | Souza, Pablo Valente de | |
| dc.date.accessioned | 2016-08-26T19:42:28Z | |
| dc.date.available | 2016-08-26T19:42:28Z | |
| dc.date.issued | 2014-09-29 | |
| dc.identifier.citation | SOUZA, Pablo Valente de. Previdência, câmbio e macroeconomia de longo prazo. Tese (Doutorado em Economia) - Escola de Pós-Graduação em Economia, Fundação Getúlio Vargas - FGV, Rio de Janeiro, 2014. | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10438/16916 | |
| dc.description.abstract | Há um debate clássico entre economistas brasileiros sobre o papel da taxa de câmbio no processo de crescimento econômico. Alguns argumentam que a boa performance econômica de certos países está diretamente associada às suas políticas cambiais, chamando atenção para um eventual impacto destas sobre a composição setorial da economia. O ponto de vista ortodoxo, no entanto, argumenta que a taxa de câmbio real deve ser vista como uma variável endógena, enfatizando outros fatores para explicar diferenças de performance, tais como instituições e a importância que cada sociedade atribui à acumulação de capital humano. A ambição desta tese é oferecer um modelo de acumulação ótima de capital em equilíbrio geral no qual o comportamento do câmbio está associado a incentivos que estimulam a poupança agregada. Com isso, pretende-se mostrar que as diferenças observadas entre América Latina e Ásia, por exemplo, no que se refere tanto ao comportamento das taxas de câmbio como ao padrão de acumulação de ativos, podem ser melhor compreendidas à luz das diferenças entre instituições previdenciárias. O modelo é construído em duas etapas. No capítulo 1 apresentamos um modelo de crescimento neoclássico com dois setores, economia aberta e determinação endógena da taxa de câmbio. O capítulo 2 introduz gerações sobrepostas e sistema previdenciário, chegando a um modelo capaz de relacionar incentivos à formação de poupança ao comportamento de diversas variáveis macroeconômicas, em particular da taxa de câmbio. O capítulo 3 discute estratégias alternativas de calibração do modelo e avalia o impacto de diferentes níveis de gasto previdenciário sobre diversas variáveis macroeconômicas. Mostra-se que países com sistemas de previdência mais generosos apresentarão, no longo prazo, endividamento externo maior e consumo menor, além de taxas de câmbio mais apreciadas durante a dinâmica de transição. Finalmente, resolvendo o modelo em economia fechada, mostra-se que a taxa de juros de equilíbrio de longo prazo será tanto menor quanto mais avarento for o sistema de previdência. | por |
| dc.language.iso | por | |
| dc.subject | Previdência | por |
| dc.subject | Câmbio | por |
| dc.subject | Macroeconomia aberta | por |
| dc.title | Previdência, câmbio e macroeconomia de longo prazo | por |
| dc.type | Thesis | eng |
| dc.subject.area | Finanças | por |
| dc.contributor.unidadefgv | Escolas::EPGE | por |
| dc.subject.bibliodata | Previdência social | por |
| dc.subject.bibliodata | Câmbio | por |
| dc.subject.bibliodata | Macroeconomia | por |
| dc.contributor.member | Ferreira, Pedro Cavalcanti | |
| dc.contributor.member | Cardoso, Renato Fragelli | |
| dc.contributor.member | Cavalcanti, Ricardo de Oliveira | |
| dc.contributor.member | Santos, Marcelo Rodrigues dos | |