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dc.contributor.authorPaulani, Leda
dc.date.accessioned2016-08-24T18:44:13Z
dc.date.available2016-08-24T18:44:13Z
dc.date.issued2009
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/16836
dc.description.abstractO propósito deste texto é refletir em torno da seguinte questão: teremos um novo capitalismo depois da crise? A pergunta é pertinente e é a história que lhe confere sentido. Necessitando embora de um conflito bélico global, o capitalismo, digamos assim, reformado, que surgiu depois de 1945 deveu-se em grande medida à necessidade de evitar, sob pena de comprometer ideológica e politicamente seu próprio futuro, desastres como o dos anos 1930, com a conseqüente repetição dos precipícios sociais que geraram, dentre outros resultados funestos, a ascensão do nazismo na Alemanha. A combinação de Bretton Woods, com regulação keynesiana da demanda efetiva, estado do bem-estar social e desenvolvimentismo produziram, como se sabe, o período mais bem-sucedido da história desse modo de produção, não por acaso conhecido na literatura como 'os 30 anos dourados' ou, simplesmente, 'os anos de ouro do capitalismo'. Estariam agora presentes as mesmas condições? Teremos um novo paradigma? O capitalismo tende a tornar-se menos financeiro? A assim chamada globalização extrapolará o restrito âmbito dos mercados e tornar-se-á mais humana, mais social? São essas as questões que nos foram propostas.por
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofseriesEESP - Fórum de Economia;06por
dc.titleA crise, o devir do capital e o futuro do capitalismopor
dc.typePapereng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EESPpor
dc.subject.bibliodataCapitalismopor


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