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dc.date.accessioned2016-02-17T19:48:05Z
dc.date.available2016-02-17T19:48:05Z
dc.date.issued2015
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/15384
dc.description.abstractExistem atualmente diversas iniciativas multinacionais, nacionais e subnacionais de sistemas “cap & trade”, onde “cap” se refere a um limite máximo desejado de emissões e “trade” diz respeito ao comércio de emissões. Os principais exemplos são o sistema multinacional europeu (EU ETS), os sistemas nacionais da Austrália e da Nova Zelândia e os sistemas subnacionais da Califórnia, China (7 sistemas subnacionais: 2 províncias e 5 cidades) e de Quebec (Canadá). Na expectativa de que os acordos globais sobre emissões de GEE tornem-se mandatórios a partir de 2020, e que o Brasil tenha de cumprir metas de redução de emissões que não possam mais ser atingidas exclusivamente com reduções de desmatamento, discute-se atualmente a conveniência de um sistema cap & trade no Brasil. Nesse contexto a EPC desenvolveu, em conjunto com suas empresas membro, uma simulação de sistema cap & trade para que o setor privado possa melhor entender como funciona esse instrumento econômico e possa subsidiar o governo brasileiro com sugestões sobre como delinear e implementar um sistema semelhante no Brasil – se for esse o caso no futuro.por
dc.language.isopor
dc.titlePlataforma empresas pelo clima: simulação de sistemas de comércio de emissões: regras e parâmetrospor
dc.typeTechnical Reporteng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.subject.bibliodataCréditos de carbonopor
dc.subject.bibliodataSustentabilidadepor


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