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dc.contributor.authorTribuna de Minas
dc.date.accessioned2015-03-23T13:59:35Z
dc.date.available2015-03-23T13:59:35Z
dc.date.issued2015-03-01
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/13561
dc.description.abstractA ascensão de Eduardo Cunha (PMDB) à presidência da Câmara dos Deputados reacendeu as discussões em torno da reforma política. Em rota de colisão com o Palácio do Planalto, Cunha oficializou a criação de uma comissão especial para debater o tema e garantiu ao oposicionista Rodrigo Maia (DEM-RJ) o comando dos trabalhos. A movimentação, entretanto, não é o primeiro balão de ensaio, sugerindo alterações nos itens da Constituição Federal que tratam do assunto. Desde a passagem de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) pela cadeira de presidente até a sinalização de Dilma Rousseff (PT) – em resposta às manifestações de junho de 2013 -, propondo um plebiscito para debater as modificações, não faltaram esboços fracassados de alterações na legislação. As únicas mudanças observadas neste ínterim foram a emenda da reeleição – para muitos, casuística, já que garantiu a FHC mais quatro anos no poder – e a adoção da Lei da Ficha Limpa. Com a retomada das discussões, a Tribuna inicia hoje uma série para tentar jogar luz nos principais tópicos em debate no Congresso sobre a reforma.por
dc.language.isopor
dc.subjectLegislativopor
dc.subjectCâmara dos Deputadospor
dc.subjectReforma políticapor
dc.subjectCongressopor
dc.subjectSistema eleitoralpor
dc.titleEleição para legislativos pode mudarpor
dc.typeArticleeng
dc.subject.areaCiência políticapor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::DAPPpor
dc.subject.bibliodataSistema eleitoralpor


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