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dc.contributor.authorFundação Getulio Vargas. Diretoria de Análise de Políticas Públicas
dc.date.accessioned2015-02-24T14:05:01Z
dc.date.available2015-02-24T14:05:01Z
dc.date.issued2014-12-01
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/13416
dc.description.abstractNo quebra-cabeças em que se transformou a montagem de seu novo ministério, a presidente Dilma Rousseff colheria melhores resultados tanto na relação com o Congresso quanto na avaliação de seu governo se decidisse encaixar as peças da futura equipe a partir do orçamento federal de R$ 1,8 trilhão. Isto é o que indica um estudo inédito da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV/DAPP), ao qual O GLOBO teve acesso com exclusividade. Durante mais de um ano, 19 pesquisadores trabalharam no desenvolvimento de uma ferramenta interativa, batizada de Mosaico do Orçamento, que permite a visualização da distribuição dos gastos federais. Ao relacionar a distribuição dos gastos públicos com a indicação política dos ministros entre 2001 e 2014, período que vai do final do segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao primeiro de Dilma, o trabalho concluiu que há maior estabilidade política quando a legenda do presidente divide com os aliados os ministérios mais relevantes, aqueles que realmente têm dinheiro para gastar. O problema é que o PT demonstra grande dificuldade para dividir esse bolo.por
dc.language.isopor
dc.subjectMosaico Orçamentáriopor
dc.subjectOrçamento federalpor
dc.subjectCongressopor
dc.subjectGastos federaispor
dc.subjectCoalizãopor
dc.subjectEstabilidadepor
dc.titleEstudo mostra que distribuir ministérios ajuda a evitar crisespor
dc.typeArticleeng
dc.subject.areaCiência políticapor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::DAPPpor
dc.subject.bibliodataPolíticas públicaspor
dc.subject.bibliodataOrçamentopor


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